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A pior versão de um Líder.
Por que a liderança cristã intermediária é tão desafiadora?
O exercício da liderança em todos os segmentos já é por si só um grande desafio, agora acrescente a isso a busca pelo chamado e serviço voluntário na obra de Deus, ou seja, no exercício da liderança cristã. Se as imposições de quem paga para poder exigir ou os ócios de ofício de quem recebe para poder cumprir se assemelham em suas ações e até em seus resultados, como despertar submissão, espontaneidade e diligência nos corações daqueles que exercem a liderança cristã? Falo isso porque é comum encontrar pessoas almejando “salário”, quando na verdade, deveriam desfrutar da recompensa. Enquanto o salário se refere a um contrato de troca ou acordo com direitos e obrigações, o galardão carrega o sentido de reconhecimento do mérito, ligado à boa vontade e diligência. Essa é a diferença entre o CEO de uma instituição, que meramente cumpre o acordo, e o Senhor da obra, que recompensa segundo as obras de cada um.
Estar entre o líder e o liderado é realmente desafiador, pois conciliar submissão e autoridade exige renúncia e ao mesmo tempo firmeza. Enquanto na renúncia você paga o preço, no exercício da autoridade a mesma não pode ser negociada. Não estou falando de autoritarismo, mas de influenciar com autoridade, dando exemplo, estando junto, não meramente ordenando. Quando vejo pessoas que, por causa de cargos, buscam honras para si, ou, por causa de títulos, negociam princípios morais e éticos usando de conveniências ou bajulação, buscando a todo custo uma forma de ser notadas, me pergunto: Que tipo de “recompensa” estão buscando? A quem estão servindo? A Cristo, aos homens ou ao próprio ventre?
Se de um lado somos liderados ou lideramos pessoas sérias, competentes, dedicadas, ainda assim, reconhecem as suas limitações, procurando melhorar, crescer ou aprender, do outro lado, infelizmente, é comum lidar com pessoas “embriagadas” pela autopromoção, presunção ou puro exibicionismo, onde a necessidade de aparecer ou ser vista se torna maior que a sua competência. Lideranças viciadas em bajulação ou liderados manchados pela lisonja tendem a fracassar terrivelmente. Não é uma questão de mera opinião, mas uma triste constatação nos dias atuais. Pense um pouco, se na liderança “secular”, seja ela social ou institucional, temos princípios e diretrizes que as direcionam, o que dizer da liderança cristã, cujos fundamentos estão elencados nos ensinos e legado do Senhor Jesus? Que tipo de líder lhe influencia ou que tipo de influência você exerce sobre os seus liderados? É, por isso, que a liderança cristã intermediária é tão desafiadora.
O que a Palavra de Deus nos ensina acerca da liderança cristã intermediária? Que não é bom buscar a própria honra (Jo 7.18; Hb 5.4 cf. Pv 25.27). A recompensa vem de Deus, não dos homens; a Ele devemos agradar (1 Cor 15.58; Cl 3.23,24; Hb 6.10). Devemos agradar àquele que nos chamou, não aos homens; devemos servir à igreja, não ser vistos pelos homens (Gl 1.10; Ef 6.5-8; Cl 3.22-25; 2 Tm 2.4,5). Quando honramos a Deus, honramos os nossos líderes e liderados (1 Ts 2.12,13). Jesus, em sua doutrina, nos alertou acerca dos que se autopromovem ou se exibem, desmascarando as suas verdadeiras intenções (Mt 6.1-18). Jesus não queria aplausos, nem reconhecimentos humanos, tampouco “servos” ou meros seguidores; Jesus não buscava status ou publicidade (Mt 9.30,31; Mc 7.36; Jo 15.14,15). Jesus, o maior exemplo de dignidade, humildade e compromisso (Fl 2.5-11).
Pr. Elder Morais
TEIMOSIA OU PERSISTÊNCIA?
O Valor da Equidade e da Empatia na Liderança.
Equidade e empatia são princípios essenciais e inegociáveis na vida de um líder, na vida de um pastor e nada têm a ver com o cargo ou título que se exerce, mas com o caráter daquele que teme ao Senhor e busca em Cristo sabedoria e equilíbrio. Toda liderança ávida por bajulação ou meras honrarias, tende a conservar mediocridades como predileções, inconveniências, espiritualidade falaz e falsa moralidade, além de constantemente cometer injustiças. O Senhor Jesus, o sumo pastor, foi constantemente perseguido e atacado pelos líderes religiosos da sua época, contudo, jamais tramou ou perseguiu a qualquer um dos seus liderados, muito pelo contrário, igualmente os amou, os honrou e a todos lhes outorgou preciosas oportunidades, mesmo sabendo que muitos o trairiam covardemente mais adiante.
ENTRE DÉSPOTAS E TRAIDORES.
Nos dias de Jesus, dois personagens fizeram parte de uma história covarde e abominável. De um lado, Caifás, supremo líder religioso e déspota impiedoso. Do outro, Judas Iscariotes, mau-caráter e traidor, que saiu do anonimato para ser um dos discípulos de Jesus. Ambos faziam parte de um sistema religioso apodrecido e caviloso. Enquanto Caifás era inimigo declarado, Judas se passou por amigo. Enquanto um sentia ódio e se contorcia de maldade, o outro buscava uma forma de “se dar bem”, aproveitando-se das pessoas que seguiam a Jesus.
A Banalização do Ministério e do Serviço Cristão – Parte 2
A Banalização do Ministério e do Serviço Cristão – Parte 1
LEMBRAI-VOS DE VOSSOS PASTORES...
Está escrito, embora muitos não atentem: "Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a Palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver. Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; Se vocês obedecerem, eles farão o trabalho com alegria; mas, se vocês não obedecerem, eles trabalharão com tristeza, e isso não ajudará vocês em nada" (Hb 13.7,17 - ARC/NTLH).
A VOCAÇÃO DIVINA E A PREDILEÇÃO HUMANA
Ainda sobre a convicção da chamada e os perigos da presunção.
Ainda sobre Liderança Cristã...
A CONVICÇÃO DA CHAMADA E OS PERIGOS DA PRESUNÇÃO.
Ainda sobre liderança...
AMADOS JOVENS...
Aprendizado e Ministério...
Depois de tudo o que aprendi e sigo aprendendo, já não importam as injustiças ou a má vontade, não importa a "posição" a qual os homens nos impõem. O que realmente me satisfaz é a minha posição diante de Deus e o privilégio de exercer com alegria o ministério que Ele me confiou. Muitos podem até "ter", porém, jamais "serão".
Reflexão: INSENSATEZ ADMINISTRATIVA
Quando um administrador corta remunerações legítimas e justas adquiridas ao longo dos anos de seu pessoal, ao mesmo tempo em que se utiliza dos recursos da organização em benefício próprio (sob o manto da legitimidade), multiplicando absurdamente e escandalosamente o seu patrimônio pessoal, promoverá uma insatisfação generalizada e perderá a sua influência como líder. Será tolerado, em vez de respeitado.Fonte: Blog do Pr. Altair Germano (Recomendo).
Critério Divino: 32.000 chamados... 300 escolhidos, apenas 300.
Em contra partida, os mesmos critérios humanos não são devidamente adotados, quando se trata dos parentes, compassas ou compadres, que sem caráter, preparação ou verdadeiro compromisso buscam a glória, a fama ou mesmo a riqueza sem muito esforço. Daí surge as conveniências pessoais, negociações, acordos, enfim, muitos são obrigados, compelidos, constrangidos... Outros se oferecem, se alistam, se prontificam. Mas também existem os que são provados legitimamente, que adquirem experiências no seu dia a dia, e que naturalmente vai ser fundamental e/ou indispensável diante das circunstâncias.
A grande questão que vejo aqui, é que muitas vezes, uma possível vitória daria toda a glória e todos os méritos aos homens que se consideram donos do poder, que logicamente deixaria pronta uma grande festa para um retorno triunfal onde se brindaria o próprio orgulho, massageando o ego incontido (Jz 7.2). A glória é de Deus e diferente dos critérios humanos (que valoriza a aparência ou "ignora" a realidade), os critérios divinos nos colocam em posição de vitória, legitimidade e superação. A obediência ao propósito divino, o temor e o compromisso com a verdade, jamais devem ser vistos como utopia ou paradoxo, mas, aceitáveis e reconhecidos.
Jamais venceremos com subornos, acordos ilegais ou conveniências pessoais, mas pela mão do Senhor que está no controle de todas as coisas. De acordo com os critérios de Deus para o cumprimento de uma grande missão, covardes, medrosos e despreparados não servem para a peleja (Jz 7.3-7). O covarde não é somente aquele que hesita diante dos problemas ou "convocação", mas também aquele que vive de aparência, que usa métodos nocivos, talvez imorais para "superar" a outros (na hora da verdade, será uma vergonha), que suborna para passar na frente, que bajula para ser visto ou reconhecido.
Já o medroso, tímido ou auto piedoso, as vezes se oferece para a missão sem noção do perigo ou responsabilidade, em grande parte dos casos são constrangidos ou obrigados pelos seus superiores (na hora da verdade, será uma lástima). Por fim, os despreparados, que por um tempo pensem em defendê-los, usando o pretexto da "necessidade", do "momento" ou de "uma suposta experiência" ou "prestação de serviço". Pensei que valeria a pena acreditar neles, mas, quando observei o comportamento de muitos (maioria) que são incapazes de reconhecer suas limitações e despreparo, e, contudo, se comprimem em busca dos primeiros postos, cadeiras ou posições, desisto da defesa, com medo de ser vítima deste simples engano (na hora da verdade, será lamentável). A falta de vontade de aprender ou falta de condições para aprender andam juntas e tem o mesmo desfecho, para vencê-las, é preciso querer!
Bom, ao Senhor toda honra, toda glória e todo louvor! Ele está no controle de todas as coisas e estando ao nosso lado, venceremos legitimamente!
Refletindo sobre a Excelência da Liderança Cristã - Parte 3
Coerência - Apesar de jamais conseguir agradar a todos, o bem estar de todos deve ser um dos principais objetivos do líder.
Prudência - Não agir precipitadamente, nunca decidir baseado na primeira informação, mas saber ouvir todas as partes.
Caráter - Cumprir e honrar a própria palavra empenhada, assumir as responsabilidades e compromissos. Agir, decidir e julgar com personalidade.Refletindo sobre a Excelência da Liderança Cristã - Parte 2
Na biografia de um líder, encontramos muitas experiências, conquistas, erros e fracassos. Com isso, é possível descrever alguns erros que podem ser fatais em sua trajetória. São perigos iminentes que podem arruinar toda uma história construída com dedicação.
Insensibilidade. Um líder insensível é uma pessoa fria e sem alegria, que se distancia cada vez mais do bem estar de todos.
Desconfiança. Um líder que não confia em ninguém dificilmente obterá a confiança do grupo. Ele deve aprender a confiar em todos.Refletindo sobre a Excelência da Liderança Cristã - Parte 1
O líder exemplar jamais será conhecido pela “perfeição”, mas, pelas suas qualidades. Será respeitado pelo seu caráter e admirado pela sua postura diante dos seus liderados. O líder equilibrado se mantém firme e prudente mesmo nos momentos mais difíceis. O verdadeiro líder é aquele valoriza o espaço que ocupa, valoriza o seu grupo e atua em benefício de todos sem acepção. Só em Deus e por sua graça, é que poderemos unir todas essas qualidades em busca da excelência da Liderança Cristã. Diante disso, podemos concluir que existe uma diferença crucial entre liderar e chefiar, vamos analisar?
Hoje, existem muitos "superiores hierárquicos" que ordenam pela força, autocracia, auto-suficiência e conveniência pessoal. Mesmo com todos os recursos hoje disponíveis como estudos, seminários e treinamentos constantes sobre liderança, a impressão que temos é que os "líderes verdadeiros e inspiradores" estão entrando em extinção. Como prova disso, é só observar as "constantes divisões", disputas pelo poder e a falsa aparência religiosa (sustentada por palavras lisonjeiras e vazias). Sigamos o exemplo do maior líder que já existiu, JESUS CRISTO! Um líder completo desde a sua Palavra até o seu digno comportamento.













