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É POSSÍVEL ADORAR A DEUS ATRAVÉS DA DANÇA?

     Meus amados irmãos, os mandamentos contidos em Salmos 149.3 e 150.4, ao lado dos episódios envolvendo o extravasamento de alegria espontâneo de Miriã e Davi mediante manifestações corporais, têm sido citados com frequência pelos defensores de todo tipo de dança mundana — até o street dance! — dentro das igrejas. É claro que os Salmos não oferecem fundamentação segura quanto ao que chamam hoje de adoração com dança. Por quê? Porque os seus destinatários originais são os israelitas, e não a Igreja. Além disso, o termo hebraico empregado em ambas as passagens para “dança” também pode ser traduzido por “flauta”.

Digamos que os tais mandamentos dos Salmos citados sejam para os cristãos. Como deveríamos interpretá-los? Para muitos “adoradores”, eles significam: “Louvem o seu nome com street dance”? e “Louvai-o com o adufe e o xaxado”? Outros preferem: “Louvem o seu nome com coreografias” e “Louvai-o com o adufe e o heavy metal”. Agem como se a Bíblia pudesse ser manipulada a bel-prazer, a fim de satisfazer as nossas preferências. Que engano!


Não há dúvida de que os israelitas se alegravam através da dança (Ec 3.4; Lm 5.15). Quando o povo de Israel atravessou milagrosamente pelo meio do Mar Vermelho, houve extravasamento de alegria mediante danças (Êx 15.20). A filha de Jefté, sabendo da vitória que Deus concedera a seu pai, recebeu-o com adufes e danças (Jz 11.34). E Davi ficou tão alegre com o retorno da arca do Senhor que também dançou (2 Sm 6.14).


Mas, como Davi dançou? Valeu-se ele das danças pagãs ou manifestações corporais usadas pelos ímpios do seu tempo? É claro que não! Veja o que ele mesmo afirmou, em Salmos 9.2: “Em ti me alegrarei e saltarei de prazer, cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo”. Isso que Davi disse se aplica a nós hoje, a despeito de não sermos israelitas e daquele tempo. Podemos, em momentos de extrema alegria, saltar de prazer na presença de Deus. Mas há uma diferença muito grande entre extravasar a alegria interior saltando e dançar freneticamente ao som de funk, axé, samba, forró, etc., não é mesmo?


Fala-se muito de Miriã e das mulheres que saíram atrás dela com tamboris e com danças (Êx 15.20-22). Mas as danças que vemos em nosso meio, hoje, assemelham-se muito mais às mencionadas em Êxodo 32.19,20: “E aconteceu que, chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças, acendeu-se o furor de Moisés, e arremessou as tábuas das suas mãos, e quebrou-as ao pé do monte, e tomou o bezerro que tinham feito, e queimou-o no fogo, moendo-o até que se tornou em pó; e o espargiu sobre as águas e deu-o a beber aos filhos de Israel”.


Miriã, Davi e outros saltaram num momento de extrema felicidade. É plenamente compreensível o fato de uma pessoa dançar (gr. orcheõ, “saltar com regularidade de movimento”) de alegria, como aconteceu com o ex-coxo que ficava à entrada do Templo, em Jerusalém (At 3.8). Entretanto, movimentar-se num momento de grande felicidade não equivale, em hipótese alguma, a dançar sob ritmos eletrizantes. Em todo o Antigo Testamento, não há menção à dança acompanhada de música dentro do Templo.


Não há como negar que Davi dançou, ao recuperar a arca do Senhor (2 Sm 6.16). Mas precisamos responder a algumas perguntas. Primeira: Como ele dançou? Já vimos que a sua dança nada tem a ver com o que vemos hoje dentro das igrejas. Segunda: A dança de Davi é suficiente para abonar todos os tipos de danças mundanas, inclusive as erotizantes? Terceira: O fato de Davi ter dançado, isoladamente, fornece-nos suficiente base para criarmos o ministério da dança? Quarta: O primeiro rei de Israel apoiava esse pretenso ministério?


Sabemos que há diversidade de ministérios (1 Co 12.5), porém não nos esqueçamos de que isso alude à maneira multiforme de o Espírito Santo atuar. Essa menção de modo algum apoia todo e qualquer ministério inventado por pessoas que querem fazer prevalecer as suas preferências pessoais. A despeito de a Bíblia não apoiar o chamado ministério da dança, existem grupos chamados de ministérios de dança e coreografia nas igrejas (coreografia é uma forma de dança também!), formados por pessoas sinceras. Mas repito: não há no Novo Testamento nenhuma passagem que apoie a introdução da dança no culto público e coletivo. Isso é uma influência do secularismo, uma palavra mais suave para mundanismo (Rm 12.1,2; 1 Jo 2.15-17; Tg 4.4).


As danças de Miriã e Davi foram parte da comemoração de uma vitória. Não devem ser vistas como parte integrante de um culto litúrgico — aliás, Davi depois ofereceu um culto a Deus sem dança! Embora o Senhor não tenha rejeitado aqueles gestos e manifestações pessoais, isso não é uma justificativa para se introduzir na casa de Deus ou no culto ao Senhor (independentemente do local) todo tipo de arte ou manifestações corporais do mundo, como coreografias, balé, shows de rap, street dance e bailes como parte da liturgia. Além disso, aquelas danças isoladas não respaldam as chamadas “baladas gospel” e outros modismos da atualidade.


Davi e Asafe organizaram o ministério do louvor apenas com músicos e cantores (1 Cr 25.1-7). A despeito de terem sido eles os principais artífices da organização primitiva da música cultual, não chamaram para exercer esse importante ofício os dançarinos e os coreógrafos. Se Davi, de fato, era um apoiador da dança como uma forma de louvor a Deus, por que não a introduziu no culto a Deus, no Templo
?

Se o Senhor gosta tanto da “nossa dança”, por que Davi, um homem segundo o coração de Deus (que inclusive dançou do lado de fora do Templo), não a incluiu na liturgia dos israelitas? Por que ele e Asafe não acrescentaram danças e coreografias ao culto veterotestamentário? Ora, quem examina as Escrituras, à luz dos contextos histórico, cultural e literário, sabe que a dança de Davi foi um ato único, pessoal, fora do Templo, isolado. Não foi um ato litúrgico, exemplar, inaugural ou profético, como pensam muitos “adoradores”.


Mesmo que Davi tivesse introduzido a dança no culto veterotestamentário — o que não aconteceu, como vimos —, precisaríamos de suficiente fundamentação no Novo Testamento para termos a certeza de que o Senhor se agrada de toda e qualquer coreografia (que é um tipo de dança), de street dance, de baile gospel, etc. Mas não há nas páginas neotestamentárias abono à dança como forma de louvor a Deus (Rm 15.11; Hb 13.15; Tg 5.13). João não viu nenhuma forma de louvor com dança no Céu (Ap 4-5), a menos que algum “adorador” queira chamar de coreografia a adoração dos 24 anciãos que se prostraram diante do Senhor!


Na verdade, a dança “evangélica”, que começou, em algumas igrejas, como uma coreografia simples, executada ao som de hinos melódicos, ficou mais complexa, até evoluir para apresentações de balé e shows de hip-hop. Hoje, não há mais limites! Já temos o erotizante funk dentro de algumas igrejas, além coreografias quase idênticas — sem exageros — às performances de Madonna, Britney Spears, Beyoncé e Michael Jackson.

Autor do texto: Pr. Ciro Zibordi

Grande Concentração Evangelística.

Mis. Elder Morais ministrando...
     A Igreja Assembleia de Deus em Montalvo, na província de Los Ríos, Equador, promoveu nos dias 26 e 27 de agosto de 2011, uma grande mobilização evangelística. Dois dias semeando a Palavra de Salvação à aquela cidade, dizendo à aquele povo que só Jesus Cristo salva, cura, batiza com o Espírito Santo e breve virá. Sob liderança do Pr. Francisco Campuzano e o Pb. Javier, irmãos de várias cidades circunvizinhas se reuniram ali para abrilhantar o evento, que contou com a participação de muitas pessoas não evangélicas. Um belo trabalho onde vidas se encontram com o Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Outras Fotos:











Um tema importante para refletir à luz da Palavra de Deus.

UNIÃO ESTÁVEL E BATISMO NAS ÁGUAS: ATÉ QUANDO FICAREMOS
OMISSOS DIANTE DO DRAMA DE MILHARES DE CRENTES?

Devido a atualidade do assunto, o Pr. Altair Germano (Autor) resolveu publicar novamente este post (Publicado originalmente em 15/06/2007), abrindo desta forma o espaço para uma maior discussão e reflexão sobre o problema.

1. Sendo o casamento não sujeito a um padrão bíblico, judicial e cultural universal, entende-se que Deus o concebe conforme o tempo, cultura, costume e padrões normativos da sociedade, desde que não infrinja os princípios estabelecidos na Bíblia Sagrada, dentre os quais a heterossexualidade e a fidelidade conjugal (Gn 1.27, 2.22-25; Ex 20.14, 17; 1Tm 3.2;).

2. Não há na Bíblia Sagrada, nada que fundamente a ideia de que para ser reconhecido por Deus, o casamento precise de uma certidão ou contrato, quer estabelecido pelos pais, pela religião ou pelo Estado. A prova disto é que os casamentos que não foram realizados ou regidos por tais instrumentos, eram diante de Deus reconhecidos e válidos (Gn 1.27-28; 24.58-67; 29.21-30; 41.45; Ex 24.1; 1Sm 18.27; Rt 4.9-13; Mt 1.24-25, etc.) O contrato de casamento é mencionado apenas no livro apócrifo de Tobias 7.13, e mesmo assim com caráter descritivo e não prescritivo ou normativo.

3. Os contratos de casamento, a princípio estabelecidos pela família em algumas sociedades antigas, sem a interferência do Estado, vindo a fazer parte do universo jurídico apenas num passado recente, eram motivados por questão de ordem material e não afetiva. Não era a legitimação do casamento a preocupação inicial, mas sim, a partilha dos bens ao final deste.

4. Só a partir do século IX a igreja (católica), começou a chamar para si a competência para regular de forma exclusiva a toda matéria matrimonial, vindo no Concílio de Trento em 1553 dar ao casamento a condição de sacramento da Igreja. Até então, desde a Igreja Primitiva, não havia dificuldade no reconhecimento do casamento conforme os padrões sócio-culturais, desde que fundamentado nos padrões bíblicos, conforme já citados.

5. No Brasil, a Igreja no seu princípio seguiu as diretrizes da Constituição Republicana de 24 de Janeiro de 1891, no art. 72, parágrafo 2°., que reconhecia apenas o "casamento civil", e do Código Civil que vigorou a partir do 1° de Janeiro de 1917, cujas disposições só reconhecia como válido o casamento civil celebrado pela autoridade secular. Entendendo se dever cívico de submissão às autoridades constituídas (Rm 13) e da preservação dos bons costumes (padrão culturalmente instável), a Igreja Evangélica, sem maior reflexão bíblica, privou do batismo nas águas e consequentemente da santa ceia, aqueles novos crentes congregados que se encontravam diante da "lei" irregulares e marginalizados em virtude de sua união conjugal não seguir as diretrizes legais de então quanto ao casamento ou o reconhecimento do status de família. Com os graves problemas que esta exigência jurídicas causou, uma vez que não eram reconhecida pelo Estado as uniões conjugais estáveis, acontecia que no momento da separação entre estes "casais", a mulher sempre sofria prejuízos na partilha (quando havia partilha) de bens e em outras questão básicas.

6. Diante deste quadro, partindo de mudanças no Direito Tributário, o Estado acabou por reconhecer através da Constituição de 1988 em seu art. 226 parágrafo 3°, a união estável entre homem e mulher como entidade familiar, caracterizada pela convivência pública, contínua e duradoura com o objetivo de constituir família. Tal artigo foi regulamentado pela Lei 9.278 de 10 de Maio de 1996 e pelo novo Código Civil de 10.01.2002 em seu art. 1723. O Estado com isso corrigiu um erro e uma injustiça, retomando o principio dos primórdios da sociedade onde o fato do casamento era por si reconhecido e satisfatório. Tais mudanças nas leis do país não quebraram nenhum principio bíblico referente a vida conjugal entre homem e mulher, ao contrário, consolidaram o referente princípio.
7. Não há no Novo Testamento nenhuma exigência para o batismo nas águas relacionada com "contratos ou certidões de casamento", aliás, as únicas exigências são arrependimento, fé, consciência e livre vontade (Mc 16.16; At 2.38-41; 8. 36-37). A história e a Bíblia (Mt 15.3) nos revelam os riscos de se colocar a "tradição" acima da Palavra de Deus promovendo com isto a injustiça.

8. É no mínimo contraditório o fato de se negar o batismo nas águas para os crentes que já nasceram de novo, participam ativamente da vida congregacional, contribuem com seus dízimos e ofertas, evangelizam e fazem parte dos órgãos de cânticos. Alguns são líderes, ensinam na Escola Dominical e são batizados com o Espírito Santo, só não podendo assumir funções "oficiais" e participarem da Santa Ceia.

"Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam como nós o Espírito Santo?" (At 10.47).

Mudar é incômodo, mas por vezes é necessário. Mudar com responsabilidade, avaliando as conseqüências das mudanças é essencial. O desejo por mudança, por bem intencionado que seja, acaba mexendo com padrões fortemente estabelecidos, rígidos e arraigados em qualquer instituição. Não quero ser simplista, visto que a questão exige uma análise cautelosa. Entendo que cada caso deve ser analisado com critério e seriedade.

O pensador e questionador corre o risco de ser mal interpretado e até "excomungado" (Jesus, Paulo, Lutero, Luther king e outros que o digam). Pensar diferente nem sempre é pensar errado. Pensar criticamente é necessário. Pensar biblicamente é sempre certo. O propósito desse texto é fazer pensar, refletir, gerar discussão, debate, pois só assim os erros podem ser corrigidos, as mudanças podem acontecer e a justiça pode ser promovida.
Senhor, ajuda-nos e livra-nos da omissão, do descaso e da hipocrisia!

Referências Bibliográficas

Código Civil e Constituição Federal. São Paulo: Saraiva, 2003.

CAMPOS, Alzira Lobo de Arruda. Casamento e família em São Paulo colonial. São Paulo: Paz e Terra, 2003.

ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. São Paulo: Centauro, 2002.

MAGALHÃES, Rui Ribeiro de. Direito de família no novo código civil brasileiro. 2. ed. São Paulo. Editora Juarez de Oliveira, 2003.

THERBORN, Göran. Sexo e poder: a família no mundo 1900-2000. São Paulo: Contexto, 200.

Fonte: Blog do Pr. Altair Germano (http://www.altairgermano.net).

JORNAL ENFOQUE CRISTÃO: O Noticiário do Povo de Deus.

Queremos agradecer com muito carinho, a toda equipe do Jornal Enfoque Cristão, na pessoa do seu idealizador e editor geral Carlos Alves (Kaká), pela divulgação do nosso trabalho aqui em Guayaquil, Equador. É uma alegria poder contar com pessoas assim, compromissadas com o Reino de Deus. Obrigado, meu querido, saibas que nos sentimos muito honrados com essa nobre homenagem. Toda honra e toda glória sejam dadas ao Senhor Jesus!



Fonte: http://auxcarlosalves.blogspot.com (Recomendo).

A IMAGEM DA SEMANA: Crianças em plena adoração!

Mais que palavras, a imagem fala muito mais...

Uma das mais lindas canções que já ouvi...

Com uma letra profunda e inspirada que me chamou muito à atenção, "Un largo viage" que traduzido é, "Um Longo caminho", mexeu muito comigo, pois me fez lembrar os momentos e dias difíceis que passei antes de chegar até aqui. Dias de dúvidas, medo, incompreensões, momentos de insegurança... Mas, glórias a Deus, que por sua graça e misericórdia me permitiu chegar até aqui. Foi longo o caminho, mas, enfim, cheguei...


Você já ouviu falar no MIOJO PROFÉTICO?

SOLUÇÃO INSTANTÂNEA PARA SUA FOME DE BÊNÇÃOS IMEDIATAS

Fonte: http://blogdoclayton.wordpress.com

Escola Bíblica Dominical, o maior seminário teológico do mundo!

A OBRA MISSIONÁRIA SEGUE EM FRANCO CRESCIMENTO!

Estamos experimentando um novo momento no campo missionário, desde que iniciamos o trabalho oficialmente, temos visto a mão do Senhor fazendo prosperar essa grande obra. A EBD (Escola Bíblica Dominical) tem sido uma grande bênção para todos nós. No último dia 14/08/2011, contamos com a presença de 30 pessoas (16 delas crianças e adolescentes) e para glória de Deus, a obra missionária em Guayaquil segue em franco crescimento. Toda honra e toda glória ao Senhor nosso Deus!!!

Apesar das dificuldades que temos enfrentado, o Senhor nosso Deus tem nos dado vitória, provando que está no controle de tudo e que somos apenas instrumentos em suas mãos. Não me canso de dizer, que tudo o que tem acontecido nessa cidade e país é fruto das orações dos irmãos espalhados pelo nosso Brasil e no mundo inteiro, pois intercedem ao Senhor pela obra missionária e o melhor de tudo, Deus está ouvindo e agindo para o louvor da sua glória.











Nossa Igreja ratifica pioneirismo em Missões! Glória a Deus!

Além de ser a primeira igreja no nordeste a enviar obreiros para o campo missionário, a Assembleia de Deus, Convenção Abreu e Lima, mais uma vez evidencia o seu pioneirismo em missões, desta vez utilizando os recursos tecnológicos e aproximando cada vez mais a igreja do campo missionário. Desde o mês de maio (2011), os nossos missionários espalhados pelo mundo tem participado ao vivo dos cultos no templo central através da internet, trazendo saudações e relatos sobre a obra missionária. No último dia 07-08-2011, participamos do culto de caixa de missões no templo central via internet (Skype) e relatamos os milagres e maravilhas que Deus tem realizado entre nós. Foi um momento histórico e inesquecível para todos nós!


Parabéns a nossa Igreja e Convenção (pelas orações, contribuições e confiança), ao nosso Pr. Roberto José dos Santos (pela direção divina e visão missionária) e a toda Equipe Novas de Paz (que são verdadeiros instrumentos de Deus).

Jesus Cristo salva, cura, batiza com o Espírito Santo!!!

Faltam-nos palavras para agradecer a Deus por tantas maravilhas que Ele tem feito em nosso meio. Desde que iniciamos a obra em Guayaquil, temos visto a mão do Senhor abençoando o nosso ministério e o nosso trabalho, confirmando a nossa chamada missionária. Depois de abrirmos oficialmente a obra missionária nesta cidade, começamos a realizar alguns trabalhos específicos como, por exemplo, o culto dos jovens, a oração das famílias, a evangelização, entre outros. No último dia 07/08/2011, Deus operou um grande milagre entre nós, em plena escola bíblica dominical, tivemos a participação de 21 pessoas e Jesus batizou a primeira crente  com o Espírito Santo (foi maravilhoso) e tivemos também a primeira conversão num culto realizado dentro da igreja (até então, havíamos ganhado almas na evangelização). Foi um dia histórico e inesquecível que vai ficar pra sempre em nossa memória e em nosso coração. Contamos também com a participação da recém-chegada missionária Joseane Priston (foto abaixo), que foi testemunha ocular das bênçãos de Deus em nossa igreja. Agradecemos a Deus por este grande milagre e cremos que Ele fará muito mais, porque Ele é fiel!

Mais Fotos:

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