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VIVEMOS EM CRISTO OU "NO MUNDO"?


No mundo, há vaidade...
Em Cristo, domínio próprio...
No mundo, há "modas" e tendências...
Em Cristo, há moderação...
No mundo tudo é permitido...
Em Cristo nem tudo nos convém...
No mundo, todas as coisas nos são lícitas...
Em Cristo, nem todas nos edificam...
No mundo, vivemos de "aparências"...
Em Cristo, refletimos a glória de Deus...
No mundo, o exagero é louvado...
Em Cristo, a simplicidade tem a ver com dignidade...
No mundo, os adornos são "Indispensáveis"...
Em Cristo, os adornos são meros detalhes...
No mundo, o abismo é uma consequência...
Em Cristo, o céu é realidade.
Voltemos à simplicidade do Evangelho, voltemos à Palavra.

Referências bíblicas:
Rm 12.1,2; 1 Cor 6.12; 1 Cor 10.23; 2 Cor 6.14-18; Fl 1.27; 1 Tm 2.9,10; 2 Tm 1.7; 1 Ts 5.21,22; Tt 2.12; Tg 4.4; 1 Pe 3.2-6; 1 Jo 2.15-17.

Ainda sobre liderança...


Os chefes geralmente se utilizam de piadas ou "brincadeiras de mau gosto", a fim de intimidar, envergonhar ou mesmo desmerecer o trabalho dos outros. O líder equilibrado corrige com sensatez, a fim de transformar os erros em aprendizado e os fracassos em experiências.

Nínive ou Társis? Não fuja mais...


Pr. Elder Morais.

DORMINDO EM PLENO CULTO?

Não é um, nem dois, são vários. Mas deve ser porque o culto é cansativo, a liturgia é fatigante, os louvores sonolentos e a pregação ou ensino exaustivos. Será que o problema está realmente no culto ou está naquele que apenas o assiste? O culto é a expressão máxima da nossa adoração e gratidão ao Senhor, sendo, portanto, um reflexo do que Ele representa para cada um de nós. Sem dúvidas, há uma grande diferença entre assistir um culto e cultuar. Então, por que muitos dormem em pleno culto? Seria o cansaço físico ou mental? Seria um mal costume? É justificável? É melhor dormir na igreja do que noutro lugar? Parece evidente que tal problemática não consiste na quantidade de PESSOAS (até mesmo OBREIROS) que DORMEM ou mesmo dão um "cochilinho" em pleno culto, mas na quantidade lamentável de pessoas que NÃO CULTUAM ao Senhor.
Como podemos estar na presença de Deus e ao invés de prestar-lhe um culto em adoração, permitimos que a irreverência obscureça os nossos olhos? Está mais do que claro que a negligência espiritual associada a "fadiga mental" pode trazer além de males físicos, prejuízos à nossa relação com Deus (1 Cor 11.30). O ativismo, avareza, apego às coisas materiais, além da má administração do tempo podem, sim, ser uma porta escancarada para a irreverência e desrespeito à presença do Senhor, pois ademais de deixar fria a nossa vida espiritual, nos impede de fazer a obra de Deus com alegria (Mt 6.33; Cl 3.1-3 cf. Sl 100.2).
É fato que às vezes, estamos realmente cansados devido ao trabalho, talvez fatigados por causa das preocupações, no entanto, devemos primar por "um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o nosso culto racional" (Rm 12.1). A maneira como prestamos ao Senhor o nosso culto, retrata, com certeza, como anda a nossa relação com Ele. Em Sua presença e em Sua casa, devemos nos comportar de forma digna, reverente e devocional, pois não estamos diante de um "qualquer", de um artista, de um político ou autoridade terrena, mas diante do Criador de todas as coisas, Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ec 5.1; 1 Tm 3.15; Hb 12.28).


Ah, Missões...

Eu não te amei pelo que me disseram,
Eu não te amei pelo que li.
Não fiz de você uma "oportunidade",
A ti me entreguei de boa vontade.
Não forjei caminhos pra chegar até você,
Não empurrei pessoas pra te conhecer.
Enfrentei barreiras sem desanimar,
Senti dor na alma pra não te deixar.
Enfrentei meus medos e a solidão,
Pra sentir saudades de muitos irmãos.
E sem ter receios evangelizei,
E aos corações de Cristo falei.
Hoje eu te desejo por tudo que fiz,
E a Cristo respondo: Senhor, eis-me aqui.

A ESSÊNCIA DA LIDERANÇA DE JESUS


Jesus não queria seguidores, mas discípulos; Ele não queria meramente servos, mas amigos. A essência da liderança de Cristo consistia na amizade, no companheirismo e no respeito mútuo. Jesus viveu isso e nos deixou esse legado, mesmo sabendo que bem perto dele havia traidores, incrédulos, covardes e até medrosos. Aprendamos com Jesus e sigamos o seu exemplo; Ele é o nosso alvo! Amém!

Aos que desejam exercer o ministério...

É uma pena que muitos obreiros não valorizem o Culto de Doutrina e a Escola Bíblica. É uma pena que muitos obreiros não valorizem as oportunidades que têm recebido. Qual a utilidade de um título, cargo ou ministério sem exercê-lo com diligência, honestidade e satisfação?
Enquanto os negligentes se ofendem com a verdade e os corações se enchem de amargura, os vocacionados valorizam a correção, desfrutam de um coração agradecido e se alegram em fazer parte do Reino de Deus. Pare, reflita: Você tem sido fiel ao Senhor e à sua chamada?

CONVERSAS VAZIAS ou DIÁLOGOS CLAROS?

Nos últimos dias tenho refletido sobre a falta de atenção em nossas conversas, seja pessoalmente ou mesmo por rede social, bem como a ausência de um diálogo claro em nossas relações, mesmo em meio a tantas informações, justamente na era da "comunicação".
As conversas cada vez mais apressadas, mecânicas, envolvidas pela impaciência ou pelas distorções, nos conduzem ao seguinte questionamento: como descrever a razão pela qual "lemos" o que não está escrito ou mesmo "ouvimos" o que não foi dito? Como identificar a razão pela qual entendemos de um jeito, quando na verdade era de outro?
Mal-entendidos, más interpretações, parece que não há espaços para a reflexão, entendimento, cordialidade, gentileza, muito pelo contrário, o que se vê são palavras inflamadas, cheias de amargura, rancor, num misto de desconfiança e descrédito. Ninguém conhece mais ninguém, pedir desculpas perdeu o sentido e o "falar" com sinceridade ao invés de nos conduzir à reflexão, nos conduz à inimizade.


Passamos o dia "copiando e colando" mensagens, e na maioria das vezes, sequer aplicamos o que repassamos aos outros à própria vida. Sem contar que tudo agora virou "fobia", "prejulgamentos", "indiretas", "intolerância", más intenções, conflitos intermináveis sobre política, religião, futebol, etc.
A rede social está cheia de mentiras, falsas notícias, informações maliciosas sobre muitos temas, pessoas ou instituições diversas, e o mais terrível em meio a tudo isso, é ver as pessoas compartilhando tais "informações" em seu dia a dia, sem estabelecer critérios, sem pudor, sem temor, totalmente despreocupadas com a veracidade dos fatos.
Fama, sucesso, divulgações, exposições se misturam à calúnias, difamações, invasão de privacidade, inversão de valores, degradação da moral e dos bons costumes, tudo em nome da aparência ou exibição, quando na verdade a rede social deveria ser usada de forma sadia para compartilhar momento agradáveis entre amigos, irmãos e familiares.
Precisamos retomar o caminho da edificação espiritual, da confiança, da amizade, da compaixão, do perdão. Nunca é tarde para refletir, corrigir e recomeçar. Mesmo divergentes, podemos, sim, convergir para um caminho de educação, amizade, respeito e amor uns pelos outros. Que Deus nos ajude a seguir adiante.

PASTOR TEM AMIGOS?


Nesses últimos dias, tenho refletido muito acerca do ministério pastoral e os desafios por ele proposto. Ao conversar com muitos "colegas" de ministério, a queixa mais comum é a ausência de amigos ou irmãos que apenas se disponham a conversar, compartilhar ou mesmo dividir responsabilidades. Deixando um pouco de lado a relação entre "pastor e ovelha", onde o pastor deve estar sempre atento, presente e disposto a socorrer, servir e aconselhar, a impressão que temos é que as pessoas estão cada vez mais distantes daqueles que foram chamados por Deus para pastorear.

É fato, que muitos "pastores fraudulentos" estão espalhados no meio do rebanho, homens mercenários cujas intenções nunca estiveram ligadas ao "bem" da ovelha, mas aos "bens" das ovelhas. As distorções do evangelho e da genuína doutrina, a comercialização dos dízimos e da administração eclesiástica dos recursos da igreja enquanto instituição, podem até ser apresentadas como uma espécie de desculpa ou pretexto para a gritante mudança do perfil e do comportamento de muitas "ovelhas" na relação com o seu pastor, contudo, nada justifica o desinteresse e desconfiança evidenciada no coração de muitos.

Houve um tempo, que receber a visita do pastor era uma honra, uma alegria, e em muitos casos, a visita era considerada até uma necessidade espiritual em partilhar momentos de oração e reflexão na Palavra de Deus. Hoje, as coisas mudaram e já não vemos reciprocidade nessa relação, seja por negligência da parte de alguns pastores ou pela indisposição de muitas ovelhas submetidas ao ativismo, egoísmo ou mesmo dureza de coração, que é a má vontade.

Tendo plena convicção de que o ministério pastoral não é uma profissão, mas um dom divino, não é algo para convenientes, mas vocacionados, acredito que Deus ainda continua usando os seus servos a fim de zelar e cuidar do seu rebanho como nos ensina a sua Palavra.

Ainda que a figura do pastor seja sempre apresentada por muitos como a de um super-homem ou “homem infalível”, sabemos que os pastores estão sujeitos, de igual maneira, aos tropeços e fracassos da vida terrena, e talvez por essa razão, nunca se ouviu falar tanto de pastores enfermos, tristes, deprimidos ou mesmo estressados. O notório desânimo de muitos é resultado de incompreensões, traições e da má vontade daqueles que só pensam em si mesmos, não valorizando os esforços de quem muitas vezes deixa de viver a própria vida para viver as perspectivas dos outros.

Hoje, a quantidade de igrejas para todos os gostos e tipos de religiosos, juntamente com a relativização do evangelho e da Palavra de Deus, promovem dentre outros males a “auto doutrinação” de muitos e ofuscam a figura do pastor como escolhido de Deus para conduzir o povo para o céu. Infelizmente, a conveniência confronta a obediência, impedido as pessoas de se submeterem aos pastores por amor a Cristo e à sua Palavra. A firmeza na doutrina, marca registrada do ministério de Cristo e seus apóstolos, deixou de ser um critério para muitos crentes, já que estão envolvidos com as coisas terrenas, não mas importando o cuidado pastoral, mas a constante massagem do ego falaz de corações mundanos.

Como muitos podem ser amigo de um pastor que apesar de valorizar a “amizade”, cobra e fala não o que querem ouvir, mas aquilo que precisam ouvir? Como obedecer a um pastor, cujas decisões muitas vezes vão de encontro às conveniências dos religiosos? A verdade não ofende os que vivem em obediência, só “ofende” os que não vivem por ela. A obediência só é útil àqueles que amam verdadeiramente a Palavra de Deus e a sua obra.

Assim como Jesus, um pastor escolhido por Deus não precisa de “servos”, bajuladores ou interesseiros, mas de amigos, seja em momentos de alegria ou em momentos difíceis. Quem ama o seu pastor nem sempre está abraçado com ele ou vive vinte e quatro horas “agarrado”, mas sempre que pode lhe presta respeito, seja na presença ou na ausência, no olhar ou no aperto de mão. Uma coisa é certa, aquele que ama o seu pastor e dele é um amigo, o faz por obediência e temor ao Senhor.

Pr. Elder Morais

Visitando os filhos na fé...

   Depois de quase três anos de muitas saudades e expectativas, o Senhor nosso Deus me concedeu a alegria de voltar ao campo missionário para rever os meus filhos na fé, irmãos em Cristo e amigos que deixamos nas cidades de Guayaquil e Daule, província de Guayas, Equador. Foi apenas dez dias, porém vividos com muita emoção e intensidade, cheios de sentimentos encontrados e muito, muito amor em Cristo. Foi lindo reviver os dias em que compartilhávamos a Palavra de Deus em plena comunhão, desfrutando da simplicidade e grandeza do genuíno Evangelho de Cristo. Vale salientar, que não foi nada programado com os irmãos, mas uma bela surpresa que tive o prazer de planejar e executar com a graça de Deus. Louvo e exalto ao Senhor, que por sua infinita graça e misericórdia me presenteou tamanha emoção, amor e comunhão junto aos meus queridos.





















Pr. Elder Morais

CARACTERÍSTICAS DE UN MENSAJE EVANGELIZADOR

1. DEBE SER BÍBLICO. Debemos basar el mensaje y todo su desarrollo en textos bíblicos que revelan claramente el plan de salvación concedida por Dios para rescatar a los hombres de la condenación, del pecado y del juicio (2 Ti 3.16-17; 2 P 1.20). Un mensaje bíblico se basa en la sana doctrina y no en fábulas o supuestas revelaciones (2 Ti 4.2).

2. INSPIRADO POR EL ESPÍRITU SANTO. El que transmite el mensaje no debe actuar solamente como un "altavoz u orador" común, sino seguir la orientación del Espíritu Santo y "permitir" que a través de su poder nos conduzca al estudio de la Palabra y nos inspiren a decir no lo que queremos, sino lo que el pecador necesita de oír (Jn 16.8; 2 P 1.21).

3. BASADO EN CRISTO JESÚS. No podemos hablar del evangelio sin aclarar los elementos esenciales de la vida del Señor Jesucristo: Su nacimiento, ministerio, enseñanzas, muerte y resurrección. Él es el tema central de las Escrituras Sagradas; la Palabra de Dios encarnada, el cumplimiento de las promesas de Deus (Lc 24.44; Jn 1.45). Jesús es claramente presentado en el Antiguo Testamento como el Mesías prometido (Is 7.14; 9.6,7; 40.3; Jer 23.5,6; Os 6.2), mientras que en el Nuevo Testamento es presentado como único y suficiente salvador (Jn 3.16; Hch 4.12; 1 Ti 2.4-6). Él es el verbo de Dios (Jn 1.1,2,14; 5.39; 20.30,31). Es el misterio de Dios revelado (Ro 16.25,26; Ef 3.3-5; Col 1.26,27; 2 P 1.19-21).

4. DEBE SER OBJETIVO. Todo el desarrollo del mensaje debe reunir esfuerzos para conducir el entendimiento a un solo punto: "Comunicar" al pecador sobre los hechos del evangelio (Ef 3.8; 6.19). Enredarse en historias o cuentos no aclara a los pecadores la necesidad de salvación.

5. DEBE TENER UN LENGUAJE CLARO. El pensamiento humano se comunica a través del lenguaje. Por lo tanto, el predicador debe transmitir el mensaje bíblico con un lenguaje claro y comprensivo, evitando largos sermones basados en estudios que mezclan teología, religión o temas seculares (1 Co 14.9).

PROYECTO MISIONERO ID & PREDICAD
SIDEB - Seminario Itinerante de Enseñanza Bíblica
Msro. Elder Dayvid Morais

A Evangelização através das Missões não é prioridade...

Quando vejo esmorecer um trabalho missionário edificado com tanto esforço, com tanto amor e determinação, firmado na renúncia e resignação, aumenta em meu coração a convicção de que fazer missões e a evangelização dos povos não é um compromisso ou prioridade das instituições evangélicas e suas lideranças, mas da genuína Igreja de Cristo, que se move por amor às almas. É aí que percebemos, que "Missões" está no sangue, não nas palavras!


Cuando veo desvanecer un trabajo misionero edificado con tanto esfuerzo, amor y determinación, firmado en la renuncia y resignación, crece en mi corazón la convicción de que la evangelización de los pueblos a través de las misiones, no es un compromiso o prioridad de las instituciones evangélicas y sus líderes, sino de la verdadera Iglesia de Cristo, que se mueve por amor a las almas. Así entendemos, que el hecho de hacer "misiones" se encuentra en la sangre de un escogido, no las palabras de los religiosos!

Por Elder Dayvid Morais.

Humildade e carisma não se compram...


Humildade não se compra, não se evidencia na "autopromoção", nas palavras de lisonja ou bajulação. Assim como carisma não se adquire da noite para o dia com sorrisos forçados ou gestos disfarçados. São características que se evidenciam no dia a dia, no aperto de mão, num abraço apertado, na compaixão e na comunhão com aqueles que estão ao seu redor. Seguindo o seu exemplo, aprendamos de Jesus, aprendamos com Jesus. Voltemos à simplicidade do evangelho!

Por Elder Dayvid Morais.

Missões na cidade do Panamá, República do Panamá.

OREMOS POR ESTA CIDADE, POIS ESTAREMOS INICIANDO NOS PRÓXIMOS MESES A OBRA MISSIONÁRIA E A IMPLANTAÇÃO DA NOSSA PRIMEIRA CONGREGAÇÃO. SEM DÚVIDAS, UM GRANDE DESAFIO, MAS ESTAMOS CONVICTOS DE QUE DEUS ESTÁ CONOSCO! Missões na cidade do Panamá, República do Panamá. Uma das mais belas e movimentadas cidades da América Latina, a cidade do Panamá é conhecida por suas belas praias e cultura, sendo um excelente centro de compras e de intensas atividades econômicas. Além da arquitetura moderna e deslumbrante, e lindas paisagens naturais, a cidade tem ainda, o canal do Panamá que liga os oceanos pacífico e atlântico (Mar Caribe) em uma travessia chave para o comércio marítimo internacional. Por aí, passam anualmente milhares de embarcações. A cidade conta, ainda, com um dos maiores e mais modernos aeroportos do mundo, ligando os países e continentes. Sua população é de 880.691 habitantes, entre panamenhos e estrangeiros do mundo inteiro. Tem um custo de vida alto, pois recebe não somente turistas, mas empresários e investidores do mundo inteiro.


Estamos no Panamá há pouco mais de três meses, e como todo missionário consciente da sua chamada, estamos cheios de planos, propósitos e expectativas. Todavia, estamos passando por um período importante de adaptação, e isso exige de nós extrema paciência, pois transcultura-se é algo extremamente difícil, lento e muitas vezes doloroso. Isso envolve tempo, cultura, costumes, estabilidade, reconhecimento, saudade, solidão, enfim, uma série de questões que só mesmo àqueles que já estiveram no campo missionário são capazes de mensurar. Não são poucos os desafios e dificuldades que temos enfrentado desde que chegamos, mas nenhuma delas são capazes de apagar a chama acessa em nossos corações. Estamos convictos de que o Senhor tem algo muito especial reservado para todos nós! De maneira que estamos felizes pela responsabilidade e pelo privilégio de estarmos aqui. Peço-lhes que continuem orando por nós, a fim de que o Senhor permaneça nos ajudando nessa nobre causa e missão. Que Deus vos abençoe plenamente!


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