Um momento histórico e marcante para a obra missionária da Igreja Assembleia de Deus - Abreu e Lima no Equador.
Seguidores
Ignorância Bíblica ou pessoas super-poderosas???
15 idas ao inferno e 7 idas ao céu??? Meu Deus, o que
é isso? Ignorância bíblica? Será marketing, comércio, meio de vida? ACORDA
IGREJA!!! A Bíblia nos ensina a não pensar, A NÃO IR ALÉM DO QUE ESTÁ ESCRITO (1 Cor 4.6). O próprio apóstolo Paulo falando de si e
das revelações que recebeu da parte do Senhor, deixou claro que OUVIU PALAVRAS INEFÁVEIS QUE AO HOMEM NÃO É
LÍCITO FALAR (2 Cor 12.1-5). Me "surpreende" a facilidade que tem
essas pessoas de irem ao céu ou inferno com esta "naturalidade",
convertendo os mistérios de Deus em desenhos animados ou folclore místico
religioso. As Escrituras nos revelam que "as coisas ocultas, encobertas ou
misteriosas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém as REVELADAS (escritas) nos pertencem a nós e a nossos filhos para
sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei" (Dt 29.29). Na
carta de Paulo aos romanos, o apóstolo de Cristo declarou: Porque tudo o que
dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e
consolação das ESCRITURAS tenhamos
esperança (Rm 15.4). Em Colossenses 2.18, o apóstolo Paulo advertiu a igreja em
colossos: Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto
dos anjos, ENVOLVENDO-SE EM COISAS QUE
NÃO VIU; estando debalde inchado na sua carnal compreensão. VOLTEMOS À PALAVRA!!!
Por Elder Dayvid Morais.
2º Aniversário da Obra Missionária em Guayaquil, Equador.
Meus amados irmãos, a paz do Senhor! Estamos vivendo mais um lindo momento da obra missionária em Guayaquil, província de Guayas, Equador. Agora são dois anos pregando o Evangelho e expandindo o Reino de Deus. Nos dias 06 e 07 de julho de 2013, realizamos os cultos em ações de graças ao Senhor nosso Deus pelo 2º Aniversário da obra missionária, com o tema: "Assim, pois, as igrejas tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo" (At 9.31). Estamos felizes pois tivemos a grata satisfação de contar com a participação dos nossos novos irmãos em Cristo que congregam em Daule (cidade vizinha), isto é, filhos na fé que ganhamos para Cristo pregando o evangelho naquele lugar. É lindo ver o trabalhar de Deus na vida da igreja e o cumprimento das suas promessas em nossas vidas. Queremos expressar a gratidão do nosso coração ao Senhor Deus Todo-poderoso, por sua infinita graça e misericórdia, sobretudo pela privilégio de haver chegado até aqui. Agradecemos ao Senhor pela Convenção Abreu e Lima (COMADALPE) na pessoa do Pr. Presidente Roberto José dos Santos, também a nossa querida família (A saudade é grande) e, enfim, a todos os que fazem a Igreja do Senhor Jesus que oram e contribuem com missões (É um privilégio poder representá-los). Missão dada é missão cumprida para glória de Deus!
EU TE MOSTRAREI A MINHA FÉ PELAS MINHAS OBRAS.
Parece que as festas juninas (mundanas) serviu para tirar a máscara de muitos "evangélicos" que definitivamente não conhecem ao único Deus vivo e verdadeiro e a sua Palavra... #Decepção, pois muitos desdes conhecemos... Está se cumprindo o que diz as Escrituras: E, por se multiplicar a iniquidade o amor de muitos esfriará (Mt 24.12). Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama (2 Pe 2.20-22). Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, E EU TE MOSTRAREI A MINHA FÉ PELAS MINHAS OBRAS (Tg 2.18).
Por Elder Dayvid Morais.
Atenção! Mídia a serviço da mentira e da destruição da família!
É lamentável dizer: Mídia mentirosa! Hipócritas e diabólicos! Mentirosos e falsos moralistas! Ignorantes e medíocres! Atenção senhores "idealistas" ignorantes, mal-informados e convenientes, que falam do que não sabem e mentem descaradamente! Quem precisa de cura, certamente são vocês! Quem precisa de Deus, com certeza são vocês!!!
Os verdadeiros inimigos da Obra de Deus!
Não me tenho assentado com homens vãos, nem converso com os homens
dissimulados (Sl 26.4). Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como
ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores (Mt 7.15). E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e
secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus,
para nos porem em servidão (Gl 2.4).
Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos,
transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em
anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em
ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras (2 Cor 11.13-15). Guardai-vos dos
cães, guardai-vos dos maus obreiros (Fl 3.2).
Por Elder Dayvid Morais
Pastores, Divórcio e Novo Casamento.
Afinal, qual a importância
de um casamento sólido e duradouro para o ministério pastoral? Paulo escreveu
que “é necessário que o bispo... seja esposo de uma só
mulher” (1 Tm 3.2). Podemos interpretar essa passagem de duas ou três
maneiras diferentes, mas todas elas, ao final, falam da necessidade de um
casamento exemplar para os líderes cristãos. Creio que há vários pontos que
podem ser mencionados aqui.
O primeiro é a paz e o sossego que um casamento estável oferece e que se refletem inevitavelmente na lide pastoral. O segundo ponto é o exemplo, para os filhos, se houver, e para os casais da igreja que pastoreia. Todos esperam que o casamento do pastor seja uma fonte de inspiração e exemplo. Casamentos que dão certo e duram a vida toda funcionam como uma espécie de referencial para os demais casamentos, especialmente se for o casamento do pastor.
O terceiro ponto é a questão da autoridade.
Não era esse o receio de Paulo, que após ter pregado a outros não viesse ele
mesmo a ser desqualificado? (1 Cor 9.27). Qual a autoridade de um pastor
divorciado já pela segunda ou terceira vez para exortar os maridos da sua
igreja a amarem a esposa e a se sacrificar por ela? Essa história aconteceu com
um pastor que foi colega meu de seminário. Certo dia, falando na igreja sobre
os deveres do marido cristão, sua própria esposa se levantou no meio do povo e
disse, “É tudo mentira, ele não faz nada disso em casa!”. O pastorado daquele
colega acabou ali mesmo.
Mas tem um quarto ponto. Pastores que já vão
no segundo ou terceiro casamento estão passando a seguinte mensagem para os
casais da igreja: “O divórcio é uma solução legal e fácil para resolver os
problemas do casamento. Quando as coisas começam a ficar difíceis, o caminho
mais rápido é o da separação e o recomeço com outra pessoa”. Essa mensagem é
também captada pelos jovens, que um dia contrairão matrimônio já pensando no
divórcio como a saída de incêndio.
Não que eu seja absolutamente contra o
divórcio. Como calvinista, entendo que o divórcio é permitido naqueles casos
previstos na Escritura, que são o adultério e a deserção obstinada (Mt 19.9; 1 Cor
7.15; ver Confissão de Fé de Westminster XXIV, 6). Sou contra
a sua obtenção por quaisquer outros motivos, mesmo que fazê-lo seja legal no
Brasil.
Fico me perguntando se, ao final, tudo isto,
não é uma versão moderna e evangélica da velha poligamia. Como ela
é proibida no Brasil e rejeitada por uma parte das igrejas, alguns pastores
acharam esse meio de ter várias mulheres durante o seu ministério, embora não
ao mesmo tempo, que é casar-se várias vezes em sequência, com mulheres
diferentes.
“Aquele pastor acredita no casamento... já vai no terceiro!”
Foi
assim que um conhecido meu se referiu em tom de gozação a um pastor evangélico
que, por sinal, é seu amigo. Desconfio que tal pastor não é o único da sua
espécie. Não tenho estatísticas para provar, mas meu “achômetro” registra um
crescimento nas igrejas evangélicas da aceitação de pastores que já vão no
segundo ou terceiro casamento. Ouvi dizer que tem alguns já no quarto
casamento, mas eu não quis acreditar.
Afinal, qual a importância de um casamento sólido e duradouro para o ministério pastoral? Paulo escreveu que “é necessário que o bispo ... seja esposo de uma só mulher” (1Tm 3.2). Podemos ler essa passagem de duas ou três maneiras diferentes, mas todas elas, ao final, falam da necessidade de um casamento exemplar para os líderes cristãos. Bom, creio que há vários pontos que podem ser mencionados aqui. O primeiro é a paz e o sossego que um casamento estável oferece e que se refletem inevitavelmente na lide pastoral. Não sei como pastores que enfrentam a separação, o divórcio, um novo casamento e a adaptação à nova realidade (se tiver filhos, é ainda mais difícil), encontram tranqüilidade para pastorear, ao mesmo tempo em que vivem as angústias da crise. O segundo ponto é o exemplo, para os filhos, se houver, e para os casais da igreja que pastoreia. Todos esperam que o casamento do pastor seja uma fonte de inspiração e exemplo. Casamentos que dão certo e duram a vida toda funcionam como uma espécie de referencial para os demais casamentos, especialmente se for o casamento do pastor.
O terceiro ponto é a questão da autoridade. Não era esse o receio de Paulo, que após ter pregado a outros não viesse ele mesmo a ser desqualificado? (1Co 9.27). Qual a autoridade de um pastor divorciado já pela segunda ou terceira vez para exortar os maridos da sua igreja a amarem a esposa e a se sacrificar por ela? Essa história aconteceu com um pastor que foi colega meu de seminário. Certo dia, falando na igreja sobre os deveres do marido cristão, sua própria esposa se levantou no meio do povo e disse, “É tudo mentira, ele não faz nada disso em casa!”. O pastorado daquele colega acabou ali mesmo.
Mas tem um quarto ponto. Pastores que já vão no segundo ou terceiro casamento estão passando a seguinte mensagem para os casais da igreja: “O divórcio é uma solução legal e fácil para resolver os problemas do casamento. Quando as coisas começam a ficar difíceis, o caminho mais rápido é o da separação e o recomeço com outra pessoa”. Essa mensagem é também captada pelos jovens, que um dia contrairão matrimônio já pensando no divórcio como a saída de incêndio.
Não que eu seja absolutamente contra o divórcio. Como calvinista, entendo que o divórcio é permitido naqueles casos previstos na Escritura, que são o adultério e a deserção obstinada (Mateus 19.9; 1 Coríntios 7.15; ver Confissão de Fé de Westminster XXIV, 6). Sou contra a sua obtenção por quaisquer outros motivos, mesmo que fazê-lo seja legal no Brasil.
Fico me perguntando se, ao final, tudo isto, não é uma versão moderna e evangélica da velha poligamia. Como ela é proibida no Brasil e rejeitada pelas igrejas, alguns pastores acharam esse meio de ter várias mulheres durante o seu ministério, embora não ao mesmo tempo, que é casar-se várias vezes em sequência, com mulheres diferentes. É legal e é mais barato.
O DIVÓRCIO: SUBSÍDIO PARA LIÇÃO BÍBLICA DA CPAD
A controvérsia acerca do divórcio no mundo cristão tem sido
interminável. Centenas de escritores têm se expressado a respeito, e ele tem
sido debatido em concílios e convenções denominacionais há séculos, mas nosso
povo ainda continua sem entendê-lo bem.[1]
A declaração acima de Duty resume bem a questão sobre o divórcio na
igreja evangélica brasileira. O autor dedicou quatorze anos estudando sobre a
possibilidade de um novo casamento para a parte inocente, vítima da
infidelidade conjugal. Destacamos ainda a seguinte declaração de Duty:
O divórcio não escriturístico é um dos grandes perigos de nossos dias.
Muitas das igrejas modernas são tão lassas em sua aceitação do divórcio como o
foram os fariseus dos dias de Jesus, que permitiam a separação por “qualquer
motivo”. Rejeitamos e detestamos este tipo de divórcio “hollywoodiano” Acredito
que devemos estabelecer princípios rígidos contra o abuso do divórcio, e
devemos ater-nos às Escrituras, permitindo apenas aquilo que elas permitem.[2]
Após uma profunda análise exegética nas Escrituras, Duty chegou a
conclusão de que o divórcio, que implica na dissolução do casamento e na
possibilidade de casar de novo, só é permitido para a parte inocente no caso de
adultério (Mt 5.31-32; 19.3-12; Mc 10.1-12) e no caso do cônjuge descrente
tomar a iniciativa de abandonar o crente (1 Co 7.10-15).
Nos dias atuais, no meio evangélico brasileiro, há inúmeros casos de
pastores e de ovelhas que se divorciaram sem se enquadrarem nos casos bíblicos,
e que se casaram novamente. Há também as questões práticas que envolvem o
divórcio. Sobre isso o pastor Esequias Soares comenta de maneira bastante
pertinente:
O problema do divórcio não se resume ao que temos visto até agora. Há o
lado prático, extremamente complexo e, em muitos casos, de difícil conclusão
[...]. O Senhor Jesus disse que quem casa com o cônjuge divorciado ou
divorciada, que tenha sido a parte infiel no primeiro casamento, comete
adultério. Assim ambos estarão em adultério (Mt 19.9; Mc 10.11, 12). Como a
Igreja pode receber em comunhão uma pessoa que cometeu adultério, destruiu o
próprio lar, depois vem com outro cônjuge pedir a sua reconciliação com a
Igreja, visto que à luz da Bíblia ambos estão em adultério? Será que não há
reconciliação para situações dessa natureza? A Bíblia nada declara sobre isso.
Afirma apenas que eles estão em adultério, mas não diz se a situação é
irreversível. Fica difícil generalizar, pois cada caso é um caso. Em situações
extremas, cabe ao pastor da Igreja analisar cada situação.[3]
Sem dúvida alguma, as questões de ordem prática levantadas pelo pastor
Esequias Soares são bastante delicadas, e fazem parte do cotidiano das igrejas
locais. Faço aqui algumas considerações:
“Como a Igreja pode receber em comunhão uma pessoa que cometeu adultério,
destruiu o próprio lar, depois vem com outro cônjuge pedir a sua reconciliação
com a Igreja, visto que à luz da Bíblia ambos estão em adultério?”.
É no mínimo bastante constrangedor para a igreja local lidar com tais
situações, principalmente quando a parte ofendida ou inocente congrega na mesma
igreja onde o casal de adúlteros busca a reconciliação. Sempre que os
princípios e mandamentos bíblicos são quebrados, as consequências negativas e
constrangedoras são inevitáveis.
“Será que não há reconciliação para situações dessa natureza? A Bíblia
nada declara sobre isso. Afirma apenas que eles estão em adultério, mas não diz
se a situação é irreversível. Fica difícil generalizar, pois cada caso é um
caso. Em situações extremas, cabe ao pastor da Igreja analisar cada situação”
É fato que a Bíblia não trata com detalhes sobre a questão da
reconciliação dos casais em adultério por parte da Igreja, mas especifica a
situação daqueles que estão nesta condição em relação ao Reino de Deus:
Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus? Não
erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os
efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados,
nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus. E é o que
alguns têm sido, mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas
haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus e pelo Espírito do nosso Deus.
(1 Co 6.9-11, ARC)
Em se tratando de questões práticas, entendo que há situações em que o
pastor e/ou a igreja local desligam ou excluem pessoas do rol de membros, mas
estas permanecem com os seus nomes escritos no Livro da Vida, em plena comunhão
com o Senhor. Quantos já não foram excluídos injustamente por motivos banais,
por razões que não envolve transgressão contra a Palavra e pecado (por exemplo,
os que são alvos de acusações e calúnias não apuradas devidamente)? Por outro
lado, há também os que são reconciliados pelo pastor e/ou igreja local, mas que
podem ainda estar separados de Deus em razão da posição da igreja não estar em
linha com os princípios, fundamentos e mandamentos bíblicos.
Uma coisa é certa, como bem afirma o pastor Elinaldo Renovato na
conclusão da Lição Bíblica: "Precisamos tratar cada caso de modo pessoal
sempre em conformidade com a Palavra de Deus". Sem dúvida alguma,
“cada caso é um caso”, mas todos os casos estão debaixo da autoridade final das
Escrituras. Em se tratando de divórcio, as exceções e condições são aquelas
aqui já expostas. Fora disso, o pastor e/ou a igreja podem até reconciliar o
casal em adultério, mas a palavra final no assunto é a do Senhor, o justo juiz
(Sl 7.1; Lc 18.7-8).
Se a reconciliação de um casal em adultério feita pela Igreja for aceita
diante de Deus, este casal será aceito também no Reino de Deus, em sua
realidade presente, futura e eterna. Neste caso, o texto de 1 Coríntios 6.9-11
deveria ser desconsiderado? Deveria ser entendido como uma questão válida
apenas no contexto imediato dos destinatários da epístola?
É preciso ter cuidado para não incorrermos no excesso de justiça, nem no
excesso de misericórdia. É necessário estar alerta para não fecharmos portas,
nem também escancará-las. A graça precisa sempre ser considerada, mas nunca
banalizada.
Vale ainda lembrar que o divórcio, nos casos de infidelidade conjugal,
não se trata de um imperativo, mas de uma permissão. A parte inocente ou
ofendida pode, se assim desejar, entendendo que é o melhor a fazer, perdoar o
cônjuge infiel, e contar com a graça de Deus na restauração e manutenção de seu
casamento e família.
Por fim, nunca devemos esquecer que em relação ao divórcio, Deus o
odeia:
Porque o SENHOR, Deus de Israel, diz que aborrece o repúdio e aquele que
encobre a violência com a sua veste, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto,
guardai-vos em vosso espírito e não sejais desleais. (Ml 2.16, ARC)
Porque o SENHOR, Deus de Israel, diz que odeia o repúdio e também aquele
que cobre de violência as suas vestes, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto,
cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis. (Ml 2.16, ARA)
Pois aborreço o divórcio, diz Jeová, Deus de Israel, e aquele que cobre
de violências os seus vestidos, diz Jeová dos Exércitos. Portanto, guardai o
vosso espírito, para que não vos hajais aleivosamente. (Ml 2.16, TB)
Eu odeio o divórcio, diz o Senhor, o Deus de Israel, “e também odeio o
homem que se cobre de violência como se cobre de roupas”, diz o Senhor dos
Exércitos. Por isso tenham bom senso; não sejam infiéis. (Ml 2.16, NVI)
Pois o SENHOR Todo-Poderoso de Israel diz: — Eu odeio o divórcio; eu
odeio o homem que faz uma coisa tão cruel assim. Portanto, tenham cuidado, e
que ninguém seja infiel à sua mulher. (Ml 2.16, NTLH)
Como bem nos diz a citação no início deste artigo, as controvérsias e
discussões em torno do assunto são intermináveis e centenárias.
Cabe a nós orarmos e agirmos, para que os altos índices de divórcio
diminuam em nossa nação e entre os filhos de Deus.
Sobre o divórcio no caso de pastores recomendo a leitura do texto de
Augustus Nicodemus, conforme link abaixo:
[1] DUTY, Guy. Divórcio e novo casamento. 2. Ed. Venda Nova-MG:
Betânia, 1979, p. 11.
[2] Ibid. p. 13.
[3] SOARES. Esequias. Casamento, divórcio & sexo à luz da
Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, p. 59-60.
Está faltando devoção, está sobrando mundanismo.
Muitos se autodenominam "levitas", gravam músicas mundanas e chamam isso de trabalho artístico-cultural. Não sei, mas acredito que isso é reflexo ou da falta de conheciemtno bíblico, ou trata-se de uma febre conhecida por cinismo espiritual. Está faltando devoção, está sobrando mundanismo. Que parte do texto de 1 Corintios 6.12: "Tudo me é permitido", mas nem tudo convém. "Tudo me é permitido", mas eu não deixarei que nada domine. Não ameis o mundo, nem o que no mundo há... (1 Jo 2.15-17). Não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus (Tg 4.4). Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele (Rm 8.5-9). Não vos unais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? Ou que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? (2 Cor 6.14-18). Quem influencia mais a sua mente: A Palavra de Deus ou o mundo???
Por Elder Dayvid Morais
Duas razões pelas quais o Amor nos protege do engano.
Base Bíblica: 2 João 1.5-7.
1 – O amor leva a sério todos os mandamentos de Deus.
Versículo 6: “E o amor é este: que andemos segundo os seus mandamentos”. João tinha dito o seguinte em 1 João 5.2: “Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os seus mandamentos”.
Isso não significa que o amor não tem afeição pelas pessoas. Mas significa sim que o amor tem clara direção de Deus. João concorda com Paulo que nós devemos amar uns aos outros com amor fraternal (Romanos 12.10). Mas o amor cristão é mais do que afeição. É uma afeição por pessoas que compartilham um comprometimento com todos os mandamentos de Deus que se aplicam a nós hoje.
A afeição cristã é cristã e afeição. Tem conteúdo cristão; e tem emoção. O que nos liga a outros crentes é que compartilhamos uma lealdade sincera e profunda a o que Deus diz que é bom para as pessoas – seus mandamentos. Nós não inventamos as maneiras de amar. Nós as aprendemos de Deus.
Uma comunidade de pessoas que amam umas as outras assim não será facilmente enganada. Por exemplo, quando sua cultura lhes diz que o caminho do amor é abraçar o chamado casamento gay, tal comunidade dirá: “Não, Deus sabe o que é bom para as pessoas. Nós amaremos as pessoas como ele ama”. E o amor uns pelos outros aprofunda e adoça sua lealdade de permanecerem juntos em “todos os mandamentos” de Deus. Isso os protege do engano.
2 – O amor cristão é baseado na Verdade que está conosco para sempre.
João diz: “Eu [vos] amo na verdade, [...] por causa da verdade que permanece em nós e conosco estará para sempre” (2 João 1.1,2). Nosso amor uns pelos outros é fundamentado em duas coisas: 1) a verdade habita em você e em mim; e 2) a verdade estará contigo e comigo para sempre.
Isso é incomum. Entendo que isso significa que a verdade cristã é sempre mais do que convicções que guardamos em nossas mentes e corações; a verdade é também o próprio Cristo – Verdade com V maiúsculo – que não é uma convicção em nossas mentes, mas uma pessoa real conosco para sempre na comunidade do amor. “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (João 14.6).
Isso implica, portanto, que meu amor por outros crentes está enraizado não apenas em nossa verdade compartilhada sobre Jesus, mas também na presença do próprio Jesus como a pessoa central em tal comunhão. E como tal, o que nos une em amor é a afeição mais profunda possível por nosso supremo Tesouro, Jesus Cristo.
Então quando o engano nos tentar a ver qualquer pessoa, ou qualquer atividade, ou qualquer tesouro como mais desejável que Jesus, o próprio amor que temos uns pelos outros nos protegerá de tal engano, porque tal amor é uma afeição compartilhada por aquele que é mais desejável do que qualquer coisa que o engano possa oferecer.
Por John Piper © 2013 Desiring God Foundation. Usado com permissão. Website em português: www.satisfacaoemdeus.org. Original: Two Reasons Why Love Protects Us from DeceptionTradução: Alan Cristie. © 2013 Ministério Fiel. Website: www.MinisterioFiel.com.br e www.VoltemosAoEvangelho.com. Original: Duas Razões Pelas Quais o Amor nos Protege do Engano – John Piper
Assinar:
Postagens (Atom)


