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1º ANIVERSÁRIO DA OBRA MISSIONÁRIA EM GUAYAQUIL.

     Meus amados irmãos, saudamos a todos com a graça e a paz do Senhor Jesus. Louvamos e agradecemos a Deus por esta oportunidade, pela vida do nosso amado Pr. Roberto José dos Santos (Presidente da COMADALPE), que de maneira amável e responsável tem nos dado todo o apoio e confiança necessária, pela Convenção e Ministério Abreu e Lima, pela nossa família querida, e, finalmente, pelos amados e valorosos irmãos que compõem a todos os departamentos da nossa Igreja e que incessantemente oram e contribuem com a obra missionária em todo mundo. Deus seja louvado, porque chegamos ao 1º ANIVERSÁRIO DA OBRA MISSIONÁRIA EM GUAYAQUIL, EQUADOR, com o tema: E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar...” (At 2.47). O trabalho segue avançando e no último dia 01 de julho de 2012, realizamos dois cultos alusivos ao aniversário. Pela manhã, tivemos o culto em ações de graças, que contou com a participação de toda congregação e muitas famílias convidadas. À noite, tivemos o culto de evangelização ao ar livre, onde uma pessoa confessou a Jesus como Salvador e várias outras foram tocadas pelo poder de Deus. O Senhor tem abençoado o nosso trabalho e ministério, sobretudo, porque temos dado à Palavra de Deus o seu devido valor e importância, ensinando a Sã Doutrina conforme ouvimos, recebemos e aprendemos. Apesar das muitas dificuldades que temos enfrentado o Senhor nosso Deus nos tem dado provas reais da sua bênção, fidelidade, provisão e controle. Concluo, agradecendo mais uma vez ao Senhor pela vida de todos aqueles que direta e indiretamente contribuem com o avanço da obra missionária em Guayaquil. Deixo para meditação da Igreja, o texto que se encontra em I Cor 15.58 (Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor).

Missionários Elder Morais & Família (Janne Celly e Edyanne Celly).

Fotos dos Cultos:


1º Aniversário da Obra Missionária em Guayaquil.

     Momentos inesquecíveis que contam a história da obra missionária na cidade de Guayaquil, província de Guayas, no Equador. Dias de lutas, dias de provas, mas ao final, gozando de inúmeras vitórias. Bênçãos sem medidas, onde temos visto e sentido a presença de Deus entre nós.


Minhas atitudes refletem a Cristo ou o mundo???

     Se as nossas atitudes refletem a Cristo, tudo bem. Mas se as mesmas refletem o mundo e as suas concupiscências, já não podemos abrir mão do que nos ensina a Palavra de Deus. Acontece, que tem muita gente lendo a Bíblia como se fosse um livro qualquer, quando na verdade, ela é Palavra de Deus, o único manual de regra e prática. Ela é clara quando nos ensina: Não amemos o "mundo"... (I Jo 2.15-17); Não nos conformemos com o seu padrão... (Rm 12.1,2); Fugamos da aparência do mal... (I Ts 5.22); Ser amigo do mundo e suas práticas, é ser inimigo de Deus... (Tg 4.4). Voltemos para Palavra! Nosso corpo é templo e morada do Espírito Santo, devemos cuida-lo com toda moderação e pudor (I Cor 3.16,17; 6.12; 10.23; Tt 2.6 cf. Lv 19.26). Todo exagero, seja baseado em doutrinas humanas, fanatismo religioso ou práticas mundanas devem ser rejeitadas pelo verdadeiro cristão!

     Voltemos à Palavra! Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus. Por isso, rejeitando toda a imundícia e abundância de malícia, recebei com mansidão a Palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas. E sede cumpridores da Palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da Palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era. Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito. Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã (Tg 1.20-26). Voltemos à Palavra!!!

Missões: Cultos de Evangelização ao ar livre...

     Seguimos cumprindo a nossa missão, pregando o Evangelho para glória de Deus. Apesar das muitas dificuldades que temos enfrentado o Senhor nosso Deus nos tem dado provas reais da sua bênção, fidelidade, provisão e controle. As maiores dificuldades que temos enfrentado vai desde a inconstância até a extrema religiosidade por parte das pessoas, gerando com isso, a falta de comprometimento com a obra da evangelização, o desinteresse em praticar a Palavra de Deus e a fé equivocada em mitos e falsas revelações e ensinos. Temos ensinado a genuína doutrina da Palavra de Deus à Igreja do Senhor Jesus, sendo esta a marca e o compromisso do nosso ministério. Talvez por essa razão, estamos encontrando algumas dificuldades no desenvolvimento do trabalho, já que não estamos de acordo com supostas "novas revelações", "modernização dos cultos", mistificação dos milagres e da prosperidade e o pragmatismo religioso no seio das Igrejas que se dizem cristãs.
     Estamos vivendo dias difíceis, onde as pessoas se moldam a praticas religiosas e mundanas desconsiderando a autoridade da Palavra de Deus. Os seres humanos sabem que precisam de Deus, eles sabem da sua existência e soberania. Porém, seguem ignorando os seus preceitos e cuidado, julgando que apenas quando precisarem dos seus serviços poderão chama-lo como se fosse o culpado e Ele virá correndo para socorrê-los. Voltemos para a Palavra e busquemos ao Senhor enquanto se pode achar.

Fotos:









CARTA PESSOAL AOS QUE "AMAM" MISSÕES.

     Missões está no coração de Deus! Uma frase histórica, épica e romântica que expressa os sentimentos aflorados dos que fazem missões, oram e contribuem com a propagação do Evangelho. Mas deixando de lado a emoção e a "paixão" que muitas e muitas vezes se misturam e se confundem com o verdadeiro propósito de fazer missões, precisamos buscar a resposta precisa para a pergunta que há muitos não quer calar: Você tem certeza que ama missões? Na teoria tudo é muito simples, emocionante e tocante, mas na prática, ou seja, na realidade muitos já perderam o verdadeiro amor pelas almas, fechando as mãos para a contribuição e fechando o coração para as orações. Desde que abri mão da minha vida pessoal, familiar e social no meu país e vim ao campo missionário pregar a Palavra de Deus, sabia dos desafios e das dificuldades que iria encontrar, sobretudo, a falta de recursos financeiros para o desenvolvimento da obra. Só não imaginava que as pessoas que mais diziam amar missões, nos virariam as costas e ainda usariam o pretexto de que estão “orando por nós” para justificar tal negligência. Essa discussão vai ainda mais longe, na medida em que nos deparamos com estas mesmas pessoas, afastadas dos caminhos do Senhor, ocupadas e embaraçadas com seus afazeres e sem equilíbrio, perdem totalmente a visão outrora assumida. Desiludidas? Talvez! Decepcionadas? Com o que? Com quem? O que mudou? Quem mudou? Muitos dos diziam que eu era um exemplo para eles, que seriam capazes de deixar tudo para fazer missões, jamais me escreveram ou entraram em contato, ou mesmo contribuíram alguma vez, talvez nunca estivessem interessado em saber o que tem acontecido no campo missionário, mas a verdade, é que nunca amaram a missão na prática, ou quem sabe elas nunca souberam o que realmente é fazer missões. Dizer que ama missões generalizando o seu pedido de oração, não servirá para amenizar a solidão e a falta de recursos sentida pelos missionários, não os motivará a seguir adiante, como também segará os próprios olhos, tornando atitudes medíocres e insensíveis um impedimento pessoal para que contribuam literalmente com missões. Buscar culpados é fácil, difícil é fazer da prática da contribuição um caminho de acesso ao campo missionário. Uma coisa é fato, contribuir com missões é um princípio essencial para aqueles que amam missões, orar por missões é indispensável e uma responsabilidade intransferível, contudo, é necessário entender: Os que oram fortalecem o nosso espírito! Porém, os que contribuem fortalecem as nossas mãos. Pense nisso!

1º ANO DE MISSÕES EM GUAYAQUIL, EQUADOR!

     Não poderia deixar passar essa data tão importante em nossas vidas... No último dia 01 de maio de 2012, completamos o nosso 1º ano desde que iniciamos a obra missionária em Guayaquil, realizando o primeiro culto em nossa residência com alguns jovens. Três meses depois, demos a abertura oficial já em uma congregação, no entanto, tudo começou em nossa casa. Olho para trás e vejo quantos desafios que enfrentamos e vencemos. Olho para frente e vejo quantos desafios ainda vamos enfrentar. Contudo, louvamos a Deus pois Ele tem nos ajudado e por Ele chegamos até aqui. Ele está no controle de tudo, fazendo prosperar a obra missionária e o nosso ministério aqui no Equador. Temos visto suas mãos estendidas e muitas pessoas entregando suas vidas ao Senhor, famílias sendo restauradas e muitos milagres de cura e salvação sendo evidenciados entre nós. Muito Obrigado, Senhor! Muito obrigado!


Acesse também o blog do Projeto Missionário Ide & Pregai e acompanhe de perto a obra missionária em Guayaquil, no Equador.

Estudo Bíblico: A CRIAÇÃO DO HOMEM.

A doutrina da criação do homem apresenta em seus ensinamentos pela Palavra de Deus, verdades absolutas acerca da criação e do papel que o homem representa nos propósitos divino. O homem foi criado por Deus para adorá-lo e servi-lo com a grande responsabilidade de administrar e dominar as coisas criadas por Ele. Entendemos com isso que o homem não foi criado para morte. Porém, a desobediência à voz de Deus resultou numa trágica condenação, contaminando toda a humanidade, destituindo completamente o homem da glória de Deus. Com o homem condenado à morte e sem mérito algum, Deus em sua infinita misericórdia providenciou ao mundo redenção eficaz e plena Salvação através de Jesus Cristo na cruz do calvário.

A CRIAÇÃO DO HOMEM E O PROPÓSITO DIVINO

Como o homem foi criado? A Bíblia nos mostra que Deus criou o homem do pó da terra, contudo, o sopro divino em suas narinas concedeu-lhe vida, tornando-o alma vivente (Gn 2.7). Em seguida, o Senhor Deus criou a mulher, tornando-a companheira de Adão (Gn 2.18,20-24). O homem foi criado de forma especial e peculiar, e, portanto, colocado em uma posição privilegiada e acima de toda criação (Gn 1.26-28).

Qual o propósito divino na criação do homem? O homem é um ser racional criado por Deus, cuja principal missão é refletir a glória do seu Criador. É a obra-prima das mãos divina, o ápice da criação, criado para adorar ao Senhor (Dt 5.24; cf. Sl 96.7,8) e administrar as coisas criadas por Deus (Gn 1.26-28; 2.15,19,20; cf. Sl 8.4-8).

Criado à imagem e semelhança de Deus. Imagem e semelhança, não se referem à imagem física, pois Deus é espírito onipresente, logo não se limita a um corpo físico (Jo 4.24). A imagem de Deus pertence a nossa natureza moral-intelectual-espiritual, pois é algo que somos e não que temos ou fazemos. A imagem de Deus ajuda-nos a cumprir exatamente todo o propósito divino (Gn 1.26-28). Estes termos podem ser entendidos se levarmos em conta, que o homem recebeu do Senhor todas as “condições” necessárias para dominar a terra e conhecimento para governar de forma benéfica as demais criaturas (Sl 8.5-8).

ELEMENTOS ESSÊNCIAIS DO SER HUMANO

Lendo a Bíblia, é possível entender que o homem comporta em sua natureza duas partes distintas, porém ligadas, a saber, material e imaterial (Ec 12.7; Jó 34.14,15). Em Gn 2.7, lemos: “Então formou o Senhor ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente”. O Espírito do Senhor nos formou e a inspiração do Todo-poderoso nos deu vida (Jó 33.4 cf. 32.8).

Corpo [Do hb. basar; do gr. sõma; do lat. corpus] – É a estrutura física (parte material) do homem, oriundo do pó da terra. Todos os seres vivos, incluindo plantas e animais podem ser descritos neste sentido em termos de existência (Gn 1.21,24,30; 2.7).

Alma [Do gr. psyquê ; do lat. anima, ânimo, essência] – Em vários textos bíblicos, parece inevitável a associação da alma com as emoções, pensamentos e sentimentos, tais como: Alegria (Sl 35.9; Is 61.10); esperança (Sl 33.20); desejos (Is 26.8); temor (At 2.43); intenções (Pv 13.4); tristeza (Mc 14.34; Sl 119.28); impaciência (Zc 11.8); angústia (Jó 30.25; Sl 143.11); abatimento (Sl 42.6,11; 43.5). Contudo, em outros textos, a palavra “alma” não tem o significado geralmente atribuído a ela, mas denota um ser vivo, descrevendo o homem completo em essência (Gn 2.7). É usado para designar a vida, ou seja, a pessoa em si (Gn 46.22). No antigo testamento, o termo primário usado pelos hebreus era nephesh, que significa meramente “vida”, “pessoa”, “próprio-eu” (Gn 12.13; 17.14), entendendo isso, nephesh hayyah (ser vivente) é aplicado tanto ao homem quanto aos animais.

Espírito [Do hb. ruach; do gr. pneuma; do lat. spiritus] – Nas três línguas clássicas mencionadas, o termo “espírito” comporta o mesmo sentido: Vento, sopro, fôlego ou princípio de vida. Assim como a alma, o espírito é parte imaterial do homem, sendo considerado também, o poder sublime e especial da parte do Senhor nosso Deus, ou seja, consciência individual que firma o ser humano na dimensão espiritual, ligando-o eternamente ao Criador (I Cor 2.10,11 cf. Pv 20.27; Jó 32.8; Zc 12.1).

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE

     Após analisarmos os elementos, como explicar alguns textos onde alma e espírito parece ser uma única substância e noutros textos temos a impressão de serem completamente diferentes? Se atentarmos bem para o contexto, ou ainda, para o sentido poético do texto, será óbvia a nossa compreensão, na medida em que verificamos que muitas palavras possuem a mesma conotação e sentido, por exemplo: Alma, espírito, entendimento, vida, coração e muitas outras palavras em muitos textos se misturam em um sentido harmônico e proporcional (Mt 22.37; Lc 1.46,47; I Ts 5.23; Hb 4.12). É mais óbvio e natural, entender que tais colocações apenas fortalecem a afirmação, tornando-a coerente e harmônica.

Estudo Bíblico: ACERCA DA SANTÍSSIMA TRINDADE

A doutrina bíblica da Santíssima Trindade é clara e evidente. Discutir sobre este assunto sem submeter-se à autoridade da Palavra de Deus será ilógico, até mesmo incoerente. A mente humana jamais compreenderá esta doutrina, se o coração não estiver disposto à adoração e serviço ao Senhor nosso Deus e à obediência plena pela fé em sua Palavra (I Tm 4.1-7 cf. Jo 4.24).


ACERCA DA SANTÍSSIMA TRINDADE

Conceito Bíblico Teológico. Doutrina segundo a qual a Divindade, embora “una” em essência, subsiste nas Pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Três Pessoas iguais na substância e nos atributos naturais e morais.
O simples fato de não constar nas Escrituras o termo “Trindade”, não apaga esta verdade bíblica e absoluta. Sua evidência é comprovada de forma incontestável, tanto no Antigo, como no Novo Testamento. Está mais do que provado que não se trata de três deuses, e, sim, o único Deus existente, trino e verdadeiro (Is 44.6-8; 45.22; I Cor 8.4). As Escrituras nos revelam que: O Pai é Deus (Fl 2.11; II Pe 1.17), O Filho é Deus (Jo 1.1; 14.10; Ap 1.8), O Espírito Santo é Deus (Jo 16.13-14; At 5.3,4; 13.2). O Pai, o Filho e o Espírito Santo são três divinas e distintas Pessoas, desfrutando da mesma natureza (II Cor 13.14).


EVIDÊNCIAS INDISCUTÍVEIS E INEGÁVEIS

“Façamos o homem...”. A expressão no plural “façamos”, nos leva a entender a lógica distinção de pessoas, contudo, comunicando-se de maneira interpessoal, o que só seria possível através da unidade de pessoas na Deidade. A expressão “à imagem de Deus o criou...”, nos revela o único Deus existente (Gn 1.1,26,27 cf. 3.22; 11.7).

Na Concepção de Cristo. Aqui se revela mais uma evidência plena da relação interpessoal da Trindade. “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus” (Lc 1.35 cf. Mt 1.20).

No Batismo de Jesus. Na passagem descrita nos quatro evangelhos, encontramos mais uma evidência da existência da Trindade. O Deus Pai falando desde o céu, o Espírito Santo descendo em “forma corpórea, visível”, como uma pomba (um dos símbolos), e o Filho sendo batizado nas águas (Mt 3.16,17; Mc 1.9-11; Lc 3.21,22; Jo 1.32-34).

Na Oração de Jesus. “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador...”. A expressão “outro consolador” indica outro da mesma natureza, isto é, o Pai é o Consolador, Jesus é o Consolador e o Espírito Santo é o Consolador (Jo 14.16). Três membros da deidade gozando do mesmo caráter e essência, formando o único Deus consolador!

Na Ordenança de Jesus. O padrão divino para o batismo nas águas deixado por Jesus menciona as três Pessoas. “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo...” (Mt 28.19).


O DEUS CRIADOR, ETERNO E VERDADEIRO

O nosso Deus é digno de toda honra, toda glória e todo louvor. A definição teológica nos afirma que Deus é um Espírito pessoal, perfeitamente bom, que em santo amor domina e sustenta o universo. É preciso entender, que todo comentário ou texto bíblico que examinarmos deve ser evidenciado com um coração disposto à adoração, ao serviço e à obediência plena ao Senhor nosso Deus. Nossa maneira de “compreendê-lo” nunca deve está baseada em suposições, muito menos da maneira em que gostaríamos que Ele fosse. Pelo contrário, devemos crer que Ele realmente existe, criou todas as coisas e decidiu revelar-se através da Palavra.
Quanto a sua existência, a Bíblia é clara e objetiva ao apresentá-lo como sendo o ponto de partida da criação de todas as coisas: “No princípio, Deus criou os céus e a terra...” (Gn 1.1). Deus é revelado como criador (At 17.24-28), que em santo amor sustenta e domina todo o universo (Sl 19.1; Rm 1.20). Deus existe por si mesmo e para existir não precisou de causa ou força externa: Ele tem a vida em si mesmo. Deus é absoluto e infinito! (Is 43.13).

Atributos Naturais. São qualidades divinas que o leva a se relacionar com o universo. Estes atributos podem ser classificados como incomunicáveis; apenas o Todo-poderoso os possui.

1 - Espírito e Eterno. Deus não está limitado pelo tempo. Ele muda os tempos e as estações, Ele é o Rei dos séculos, de eternidade a eternidade, Ele é Senhor! (Jo 4.24; Dn 2.21; Sl 90.2; I Tm 1.17).

2 - Onipotente. Deus é soberano, todo poder está em suas mãos, Ele opera em nós, tanto o querer, quanto o efetuar (Gn 17.1; Jó 42.2; Is 43.13; Jr 32.17; Lc 1.37; Fl 2.13).

3 - Onipresente. Deus está em todo lugar, próximo de todos. Deus não conhece limites; não há limites à sua presença (Sl 139.7-10; Pv 15.3).

4 - Onisciente. Deus conhece a Si próprio e todas as coisas, quer sejam reais ou possíveis, diante Dele passado, presente e futuro estão em tempo real (Mt 10.30; Hb 4.13).

Atributos Morais. Designam-se assim as qualidades do caráter do Todo-Poderoso. Podem ser apresentados como atributos comunicáveis.

1 - Amor e Fidelidade. Deus prova o seu amor para conosco (Jo 3.16 cf. Rm 5.5,8). Sua fidelidade é o firme compromisso em cumprir todas as promessas (Js 23.14; Sl 33.4; II Tm 2.13).

2 - Santidade. Este atributo revela a perfeição moral do nosso Deus, que por natureza é separado do pecado (Lv 11.44; 19.2 cf. I Pe 1.16; Ap 4.8).

3 - Bondade e Misericórdia. Apesar de distintos entre si, estes atributos caminham em harmonia (Sl 23.6; 100.5; 145.8,9; Lm 3.22,23).

4 - Justiça e Retidão. Ele ama e julga o seu povo com justiça e retidão (Sl 33.5 cf. 72.2). Em Cristo Jesus, somos justificados (Rm 3.24-26).


O SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO

O Verbo. João 1.1 nos revela Cristo Jesus mediante a expressão grega logos, que significa “palavra”, “declaração”, “mensagem” ou ainda “o ato de falar”. Mas é só analisar criteriosamente o texto, que será possível reconhecer que o termo logos tem um sentido específico, um significado especial. O versículo demonstra que “o Verbo estava com Deus” e o “Verbo era Deus” são expressões simultaneamente corretas e verdadeiras, pois descrevem uma existência distinta e pessoal de um ser real. Isto quer dizer que não houve sequer um período em que o Logos não existisse juntamente com Deus. Cristo não foi criado; Ele é eterno, e sempre esteve em plena comunhão com Deus e com o Espírito Santo (Mc 1.10,11 cf. I Jo 5.7). Essa é uma das principais passagens bíblicas que comprovam a existência da santíssima trindade e atuação indiscutível de Cristo Jesus.

Criador de todas as coisas. Ele é o primogênito de toda a criação (Cl 1.15-19 cf. I Cor 8.6). Isto não significa que ele tenha sido criado, pelo contrário, “primogênito” tem o sentido de “preeminente”, ou seja, o que ocupa o lugar mais elevado, superior, sublime (Sl 89.27). Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por Ele (Is 41.4 cf. Cl 1.17).

   Jesus Cristo, verdadeiro homem. Cristo não era um “homem com poderes especiais” ou um super-homem, mas, em essência, verdadeiro homem e verdadeiro Deus. A Bíblia nos ensina que Jesus detinha a humanidade em todos os aspectos da vida, com exceção da contaminação e prática do pecado (II Cor 5.21; I Pe 2.22). Em sua natureza humana sofreu com as limitações inerentes ao corpo, tendo sede (Jo 4.7; 19.28), fome (Mt 4.2), cansaço (Jo 4.6) e sono (Mt 8.24). Jesus nasceu, cresceu, viveu e se alimentou das mesmas comidas que todos se alimentavam. Ele sentiu as emoções humanas, sentiu dor, tristeza, angústia, assim como também sentiu alegria e esperança (Mt 26.36-38). Ele não usurpou ser igual a Deus, mas tornou-se semelhante a todos os homens (Fl 2.5-7). Jesus também passou pela experiência da morte (Lc 23.46).

     Jesus Cristo, verdadeiro Deus. A Palavra do Senhor nos oferece muitos testemunhos poderosos sobre a divindade de Cristo. Como já vimos anteriormente, o “Verbo” existia como o próprio Deus, “tornou-se” carne e habitou entre nós (Jo 1.1-5) e o próprio Jesus expôs a sua divindade (Jo 8.58). O seu nascimento foi uma concepção sobrenatural, com uma atuação direta e especial do Espírito Santo (Mt 1.18-20; Lc 1.35). Jesus também falou sobre a unidade divina entre Ele e o Pai (Jo 10.30,38; 14.8-11). Logo é indiscutível afirmar que Jesus também detinha a natureza divina (I Jo 5.20). Ele conhecia os corações (Mt 9.3,4), perdoava pecados (Mc 2.5), recebeu adoração (Mt 8.2; 9.18; 15.25 cf. 4.9,10) e sem dúvidas exerceu poderes e prerrogativas divinas, como por exemplo, na passagem da transfiguração quando diante dos discípulos revelou quem realmente Ele era: Deus em corpo humano (Mt 17.1-6 cf. Ap 1.14-16).

     Único e Suficiente Salvador. Ele nos garante a vida eterna. A obra vicária de Cristo na cruz nos livrou da condenação eterna (Jo 3.15,16; 5.24; 6.22,23; Rm 8.1,33, 34). Ele nos garante o perdão dos pecados e o livramento da morte iminente (Rm 5.1,8; 8.2). Ele é o único mediador entre Deus e os homens, descartando assim qualquer outro ensinamento a respeito da intercessão (I Tm 2.5; Jo 14.6 cf. Hb 7.25).


O ESPÍRITO SANTO DE DEUS

    Espírito Santo. [Em hb. Ruah Kadosh; em gr. Hagios Pneumathos]. Dotado de personalidade e vontade próprias. Possui os mesmos atributos espirituais e morais do Pai e do Filho (I Jo 5.7 cf. I Cor 12.3).

     Títulos ou Nomes. É possível descrever alguns nomes ou títulos atribuídos ao Espírito Santo: Espírito de Deus (I Cor 3.16), Espírito da Verdade (Jo 14.17), Espírito de Vida (Rm 8.2), Espírito de Cristo (Rm 8.9), Espírito da Graça (Hb 10.29), Espírito da Santificação (Rm 1.4), Espírito da Glória (I Pe 4.14), Espírito Santo da Promessa (Ef 1.13), Espírito de adoção (Rm 8.15) e Espírito do nosso Deus (I Cor 6.11).

    Personalidade própria. Como pessoa, o Espírito Santo tem vontade própria (I Cor 12.11), pensa (Rm 8.27), e também sente tristeza (Ef 4.30). Ele fala (Ap 2.7), comanda a obra do Senhor (At 16.6,7), e sofre resistência por parte das pessoas (At 7.51).

    Propósito especial. Não há como determinar o principal propósito do Espírito Santo, pois tudo o que Ele realiza fortalece a nossa fé e é vital para o Reino de Deus. No entanto, Ele tem uma função essencial, sem a qual tudo o que se tem dito até agora não passa de palavras vazias: o Espírito Santo é o penhor que nos garante a participação na herança conquistada por Cristo (II Cor 5.5; Ef 1.13,14; Ef 4.30).

 Atuação no Antigo Testamento. Dentre muitos exemplos da atuação pessoal do Espírito Santo no A. T., podemos citar o texto em que o Apóstolo Paulo revelou: “Bem falou Espírito Santo a nossos pais pelo profeta Isaías”. (At 28.25,26 cf. Is 6.9). Outro exemplo, a profecia ministrada pelo profeta Joel (Jl 2.28,29 cf. At 2.17,18).

    Atribuições peculiares. A obra do Espírito Santo como Consolador evidencia a sua atuação como Espírito da Verdade que habita em nós (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7), convence o homem do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8-11), habita em nós para completar a transformação que iniciou no exato instante da nossa conversão em Cristo (Jo 3.16), e ainda, como intercessor do crente, Aquele que conhece e sonda os corações (Rm 8.26,27). Ele é Aquele que nos guia em toda verdade (Jo 16.13; Rm 8.14). O Espírito Santo é Aquele que distribui os dons espirituais a cada um como lhe apraz, afim de, edificar, exortar e consolar a Igreja (I Cor 12.1-11; 14.3).

    Atuação direta e indispensável. Ele dá testemunho de Cristo (Jo 15.26), nos faz lembrar tudo que Cristo nos ensinou (Jo 14.26), santifica e justifica (I Cor 6.11; I Pe 1.2), reveste de poder (At 1.8; 2.17,18; 4.31), vivifica (Jo 6.63; I Cor 3.6), e nos ajuda em momentos de fraquezas (Rm 8.26).

  Símbolos do Espírito. Nas Escrituras Sagradas, encontramos os símbolos que representam o espírito santo e a sua atuação.

      1 - Vento. Em todas as circunstâncias, o vento representa vida, uma ação poderosa, que apesar de invisível, podemos senti-lo. A ação do Espírito também não é visível, mas podemos percebê-la (Jo 20.22; Ez 37.9,10,14).

     2 - Água. Jesus certa feita, referindo-se ao Espírito Santo, prometeu aos que cressem rios de “águas” vivas (Jo 7.38,39). O Espírito flui da Palavra como rios de águas vivas para dá vida e sustentá-la. Em Jo 3.5, Jesus afirmou que para entrar no Reino de Deus, seria necessário nascer da água e do Espírito, certamente referindo-se à obra purificadora do Espírito Santo.

    3 - Fogo. O aspecto purificador do “fogo” é revelado claramente no dia de pentecoste, marcando a vinda do Espírito de Deus. Esse símbolo, via de regra, representa o Batismo no Espírito Santo (Mt 3.11).

      4 - Pomba. Segundo o relato dos quatro evangelhos, o Espírito Santo desceu sobre o Senhor Jesus na forma de pomba (Mt 3.16; Mc 1.10; Lc 3.22; Jo 1.32,33 cf. Is 11.2).

      5 - Óleo. Este símbolo representa a consagração divina do crente para o serviço do Reino de Deus. Citando Isaías 61.1,2, Jesus afirmou: “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois me ungiu para evangelizar...” (Lc 4.18).

Abertura do Círculo de Oração Infantil em Guayaquil.

     Meus amados irmãos em Cristo Jesus, no dia 14 de abril de 2012, demos início a um dos trabalhos mais importantes no desenvolvimento da igreja e obra missionária: O Círculo de Oração Infantil. Cerca de 12 crianças participaram com grande alegria do primeiro culto realizado em nossa congregação e dirigido pela missionária Janne Celly Morais. Com o tema: Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus (Mc 10.14).


     Este trabalho é um grande milagre da parte de Deus, pois vem comprovar a bênção do Senhor sobre o nosso ministério e sobre a obra missionária em Guayaquil. Dedicamos este momento especial à nossa Convenção e Ministério Abreu e Lima, na pessoa do nosso Pr. Roberto José dos Santos (Presidente), à nossa família e à todos os irmãos e irmãs que oram e contribuem com missões. Que o Senhor nosso Deus permaneça abençoando a todos plenamente!

Fotos do Círculo de Oração Infantil:

 
 
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